É isso aí

É isso aí

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

SETE CANDIDATOS DISPUTAM O GOVERNO BAHIA EM 2026; APENAS UMA MULHER CONCORRE

 alhos & bugalhos

JERÔNIMO REÚNE CONSELHO POLÍTICO PARA DEFINIR ESTRATÉGIAS E ANUNCIA ADOLPHO LOYOLA COMO COORDENADOR-GERAL DA CAMPANHA


O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), reuniu o conselho político, na noite desta sexta-feira (14) para avaliação do cenário político, apresentação de agenda e anúncio de Adolpho Loyola como coordenador-geral da campanha.

Loyola deve ser exonerado da pasta na próxima semana para se dedicar à disputa. A Secretaria de Relações Institucionais (Serin) ficará sob comando do ex-secretário e atual chefe de gabinete, Jonival Lucas.

Estiverem presentes os demais candidatos da chapa, Geraldo Júnior, Jaques Wagner e Rui Costa; o senador Otto Alencar; o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola; o coordenador de comunicação da campanha, Bruno Monteiro; e os presidentes de partidos: Tássio Brito (PT), Lidice (PSB), Ronaldo Carletto (Avante), Geddel Vieira Lima (MDB), Ivanilson Gomes (PV), Geraldo Galindo (PCdoB) e Luciano Pinheiro, vice-presidente do PDT. Do: politicosdosuldabahia

 

SETE CANDIDATOS DISPUTAM O GOVERNO BAHIA EM 2026; APENAS UMA MULHER CONCORRE


As eleições no principal estado do Nordeste chegaram no prazo final de pedido de registro com sete candidaturas ao Palácio de Ondina. E assim iniciaram a campanha oficial neste domingo (16). São seis homens e apenas uma mulher na corrida, Maria Bona, do PCO. Dos seis homens, um ficará fora da corrida e da urna – saiba o porquê mais abaixo.

A corrida eleitoral apresenta situações inusitadas:

  • O pequeno DC registrou dois nomes tanto para governador como para vice-governador;
  • O candidato do UP era candidato ao governo de Sergipe há quatro anos; e
  • TRE baiano já deferiu três candidaturas

OS CONCORRENTES AO PALÁCIO DE ONDINA

MARIA BONA

A candidatura feminina vem do Partido da Causa Operária (PCO). Maria Bona Carrara de Sumbuy nasceu em São Paulo (SP) e tem 73 anos. Ela declarou R$ 200 mil em bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O nome de Maria Bona ainda aguarda julgamento no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), conforme o sistema de divulgação de candidaturas do TSE. O vice de Maria Bona é Zé Ricardo, 57 anos, nascido em Brumado (BA).

JERÔNIMO RODRIGUES

Aos 61 anos, baiano de Aiquara e declarado indígena, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) disputará a reeleição. Ao registrar a candidatura, informou total de 886.548,53 em bens, dos quais aproximadamente R$ 500 mil em aplicações de renda fixa.

O professor universitário inicia a corrida eleitoral tendo como principais cabos eleitorais, assim como em 2022, o ex-governador e ex-ministro Rui Costa e o presidente Lula, ambos do PT. Novamente, Jerônimo terá Geraldo Júnior (MDB) como vice.

ACM NETO 

Nascido Antônio Carlos de Magalhães Neto, herdou o gosto pela político e o acrônimo do avô, ACM. Neto vai para a peleja em situação de empate técnico com o candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues, conforme a Real Time Big Data. Nascido em Salvador, tem 47 anos.

Neto declarou à Justiça Eleitoral total de R$ 84,8 milhões em bens, a maioria aplicações e investimentos. A participação na Rede Bahia responde por mais de R$ 9 milhões desse montante. Ele terá como vice o ex-prefeito de Jequié Zenildo Brandão Santana, o Zé Cocá (PP).

ARIEL CAPISTRANO, JOSÉ ESTEVÃO E A JUSTIÇA 

O partido Democracia Cristã (DC) está envolto em dilema na Bahia. Após ter sua candidatura retirada, José Estevão bateu pé e conseguiu registrá-la no TRE. Porém, o partido apresentou outro nome para a corrida, Ariel Capistrano.

Estevão, nascido em Floresta Azul, no sul da Bahia, apresentou como sua vice Neuzimar Camacam, que pouco tem a ver com a cidade sul-baiana. Ela nasceu em Amargosa.

Já Ariel Capistrano foi à Justiça Eleitoral e inseriu por lá, como vice, José Augusto. Não, este Zé não é aquele cantor famoso, mas professor, nascido na capital baiana. A Justiça decidirá quem será o candidato a governador pelo DC.

AROLDO FÉLIX 

Nascido em João Pessoa, na Paraíba, Aroldo Félix é o nome da Unidade Popular (UP) na corrida ao Palácio de Ondina. O professor universitário está com 44 anos. Há quatro anos, Aroldo disputou o governo de Sergipe.

Aroldo tem mais de R$ 857 mil em bens, formado por dois apartamentos em Salvador e Campina Grande (PB) e uma caminhonete. Marília do MLB foi escolhida a vice do candidato da UP.

RONALDO MANSUR 

Segundo mais novo dos concorrentes, Ronaldo Mansur (PSOL) tem 46 anos. Boa parte dos baianos já o conhece desde o domingo passado (9), quando ele participou do debate eleitoral promovido pela Band Bahia.

Com ensino médio completo e sem profissão informada, Mansur terá como vice a professora Meire Reis. Ele informou possuir total de R$ 91,3 mil em bens – o principal deles é uma casa. https://pimenta.blog.br/

Com envelhecimento da população, eleitorado jovem recua 22% em 16 anos

 


Cerca de 9,2 milhões de jovens entre 16 e 24 anos devem votar em 2026

 

da Agência Brasil - O envelhecimento da população brasileira já impacta o perfil do eleitorado, com diminuição de 22% dos votantes com idade entre 16 e 24 anos, considerando o período de 2010 a 2026. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nexus, a pedido da Agência Brasil, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Além da redução proporcional, também houve recuo em números absolutos. A quantidade de brasileiros com menos de 24 anos que podem comparecer às urnas caiu 5,5 milhões. Eram 24,7 milhões eleitores nesta faixa etária, em 2010, contra 19,2 milhões, em 2026. 

Como o número total de eleitores no país aumentou 17%, passando de 135,8 milhões para 158,8 milhões no período, a participação dos jovens teve uma queda abrupta: de 18,2% para apenas 12,5% do eleitorado.

"Em um cenário de aguda polarização, em que a eleição de 2022 foi definida por menos de 2 milhões de votos de diferença entre Lula e Jair Bolsonaro, todo eleitor é estratégico. A quantidade absoluta de votos dos jovens segue perdendo anualmente sua força, principalmente em comparação ao aumento de eleitores 60+”, analisa o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski. 

Segundo dados do TSE, o número de idosos com o título de eleitor ativo cresceu cerca de 74% desde 2010. Atualmente eles correspondem a mais de 36,8 milhões de pessoas. 

Campanhas

O professor do Laboratório de Opinião Pública e Mídias Digitais da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), Hilton Fernandes, avalia que as campanhas presidenciais ainda não deram indicativo de como vão tratar o grupo de jovens.

"Em 2022 houve alguma dedicação em buscar esse grupo de jovens, não tanto pelo volume de votos, mas pelo engajamento. Essa força do jovem na campanha é importante. Por isso tivemos em 2022 propostas relacionadas ao desenvolvimento de games e outros temas, como a facilidade para adquirir produtos eletrônicos, produtos de jogos com isenções, apareceram", afirma.

Ele acredita que as principais candidaturas à Presidência da República, a medida que avancem nas pesquisas, tendem a buscar mais esse público. Em campanhas proporcionais, como a de deputados, ele acredita que pode haver um olhar mais focado aos jovens, que pode ser um nicho importante para algumas candidaturas. 

As prioridades do voto jovem seguem as mesmas tendências de eleições anteriores, aponta Fernandes. Ele procura, principalmente, o primeiro emprego e formação profissional. São vários contextos de vida que podem moldar esse voto, de acordo com a situação econômica das famílias, a região em que vivem ou os grupos sociais e instituições que frequentam. Ao mesmo tempo, sua visão eleitoral pode ser mais influenciada por discursos que remetem a grandes mudanças, afirma o especialista.

"Não são os partidos que vão chamar atenção, mas o discurso dos candidatos, com um personalismo cada vez mais concentrado. O discurso mais radical tende a atender mais o jovem", aponta Fernandes. 

Ele ressalta, entretanto, que esse discurso pode "enganar" o eleitor mais novo, pois "nem toda vez é necessário quebrar uma estrutura para mudar uma sociedade", critica o professor. Ele ressalta, ainda, que o eleitor jovem não pode ser tratado como um  grupo homogêneo.

"Isso pode ter uma diferença, por exemplo, em jovens que convivam em ambientes mais conservadores. Enquanto o jovem que vê a família numa situação mais complicada, principalmente financeira, busca mais a mudança", complementa.

Engajamento

Outro destaque do levantamento da Nexus é o engajamento nas urnas. Entre os brasileiros 18 a 24 anos, em que o voto é obrigatório, o percentual de comparecimento no primeiro turno foi de 78,5%. Já entre os jovens de 16 e 17 anos, que não têm obrigação de votar, 82,9% foram às urnas. A média de comparecimento no país, no último pleito, foi de 79,1% dos eleitores aptos a votar.

Sul e Sudeste são "mais velhos"

A pesquisa apontou ainda que as regiões Sul e Sudeste concentram menor percentual de jovens nas urnas. Nelas, estão os três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O estado "mais velho" é o Rio Grande do Sul, onde eleitores até 24 anos representam apenas 9% do eleitorado.

Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (10%), São Paulo (11%), Santa Catarina (11%), Espírito Santo (11%), Minas Gerais (11%) e Paraná (11%). Na outra ponta, Roraima, Acre, Amapá e Amazonas são os estados com maior proporção de jovens aptos a irem às urnas, com 18% cada. Em seguida aparecem ainda Maranhão (17%), Pará (16%) e Tocantins (16%).

“O Brasil está diante de uma nova geografia eleitoral. Os mais jovens perderam espaço nos maiores colégios eleitorais do país, tirando-os do centro gravitacional das principais estratégias políticas”, observa Tokarski. 

Flash do Dia


Pensamento do Dia


Dia de


Santo do Dia



Charge do Dia


Priskas Eras


Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

Nenhum comentário:

Postar um comentário