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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Lei que estabelece percentual mínimo de cacau vai beneficiar produtores baianos

 alhos & bugalhos

Si Dantas se prepara para ampliar a Coleção de Urnas Ingratas

 

Figura conhecida da política de Itajuípe, Si Dantas já disputou a prefeitura e perdendo de 2012 a 2024. Agora, pelo que circula nos bastidores, decidiu mirar uma vaga de deputada estadual. É o tipo de insistência que, para os aliados, prova coragem; para os adversários, já virou pacote premium de teimosia eleitoral. Em Itajuípe, tem gente dizendo que Si não desiste nunca — e a urna, por sua vez, também não muda de humor com facilidade. Da Coluna “Mel de Cacau com veneno político.

 

Corpo de Felipe Eduardo morto em acidente é sepultado em Itabuna


Foi sepultado, no final da tarde de ontem (21), no Cemitério Campo Santo, no bairro Pontalzinho, em Itabuna, o corpo de Felipe Eduardo Papa Vasconcellos Oliveira, de 22 anos, morto na noite de segunda-feira (20), em um acidente de trânsito, no KM 505 da BR-101, na altura do bairro Manoel Leão. O motorista do carro teria fugido do local sem prestar socorro, segundo relatos de testemunhas.

De acordo com testemunhas, o jovem seguia pela rodovia, com a sua motocicleta, quando foi surpreendido por um carro que saia do bairro. Com o impacto, a motocicleta foi jogada para o matagal. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu – 192) chegou a ser acionada, mas o jovem morreu ainda no local do acidente, ocorrido por volta das 18h20min.

Filho único do empresário André Papa e neto de Eduardo do Moveis Dom Eduardo, em Itajuípe, Felipe Eduardo morava no bairro Santo Antônio e trabalhava com o pai na loja de produtos agropecuários no bairro Nova Itabuna. Ele era casado e não deixa filhos. O jovem completou 22 anos de idade no dia 13 deste mês.

Lei que estabelece percentual mínimo de cacau vai beneficiar produtores baianos


Aprovado pelo Senado Federal na última quarta-feira (15) e já encaminhado para sanção presidencial, o Projeto de Lei nº 1.769/2019, que estabelece regras para a produção e comercialização de derivados do cacau no Brasil, deve beneficiar diretamente a cacauicultura baiana. A proposta foi articulada em conjunto com o Governo do Estado, por meio de um grupo de trabalho com a participação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), produtores e representantes de órgãos e entidades do setor.

A iniciativa busca valorizar a produção nacional — majoritariamente conduzida por pequenos produtores —, estimular a geração de emprego e renda ao longo da cadeia produtiva e garantir maior qualidade aos produtos oferecidos ao consumidor. A medida também deve contribuir para o aumento do consumo de cacau produzido no Brasil.

“Essa é uma importante conquista para os produtores de cacau, que vêm enfrentando a crise provocada pelos baixos preços no mercado internacional e pela concorrência de países como a Costa do Marfim. O cacau baiano se destaca pela qualidade, pelo rigor fitossanitário e pela sustentabilidade do sistema cabruca, que contribui para a preservação da Mata Atlântica — características que precisam ser mais valorizadas. Além disso, milhares de famílias que integram essa cadeia produtiva serão beneficiadas direta e indiretamente”, avalia o secretário da Seagri, Vivaldo Gois.

O projeto define parâmetros técnicos para a produção de derivados do cacau. Entre eles, estabelece o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau para chocolate em pó; 10% de manteiga de cacau em relação à matéria seca e, no máximo, 9% de umidade para o cacau em pó; além de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau para achocolatados, coberturas sabor chocolate e produtos similares.

Outra exigência é que rótulos, embalagens e peças publicitárias informem o percentual total de cacau presente nos produtos, sejam eles nacionais ou importados, ampliando a transparência e assegurando maior qualidade aos itens comercializados.

Números

O Brasil ocupa atualmente a sexta posição na produção mundial de cacau, tendo a Bahia como um dos principais estados produtores, responsável por mais de 137 mil toneladas colhidas. Segundo o IBGE, a estimativa do valor bruto da produção para 2025 é de R$ 6,5 bilhões.

Para 2026, a previsão é de que o cacau se consolide como um dos motores do crescimento agrícola da Bahia, com aumento de 5,3% em relação a 2025. Apenas em março deste ano, a produção atingiu 125.360 toneladas, volume 5,6% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O sul do estado concentra a produção tradicional, e já estão em andamento discussões para a consolidação da Indicação Geográfica (IG) do cacau Cabruca da região. Já o oeste baiano surge como nova fronteira agrícola para a cultura, com ganhos de produtividade impulsionados pelo uso da irrigação e pela integração com culturas como soja e algodão.

Um dos principais produtos derivados do cacau, o chocolate mantém altos índices de consumo no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), o consumo médio foi de 3,9 kg por habitante em 2024. Fonte: Seagri

Plataforma com tecnologia chinesa e inédita na América Latina marca início das obras da Ponte Salvador-Itaparica

 


Com tecnologia desenvolvida na China e utilizada exclusivamente pelas grandes construtoras daquele país, uma plataforma operacional inédita na América Latina será implantada na Baía de Todos-os-Santos, em junho, marcando o início da construção da Ponte Salvador-Itaparica. A estrutura será utilizada para o transporte de trabalhadores, insumos e equipamentos, garantindo mais segurança e eficiência durante a execução da obra.

Com o objetivo de viabilizar o início dos trabalhos dentro do cronograma estabelecido, a Concessionária Ponte Salvador-Itaparica já protocolou os pedidos de alvará junto às prefeituras de Salvador e de Vera Cruz. Do lado da capital, as atividades começam com a construção no vão central na Baía de Todos-os-Santos e o funcionamento do canteiro de obras na Avenida Engenheiro Oscar Pontes, que dará suporte às atividades no mar. Já em Vera Cruz, os trabalhos começam com o canteiro de obras e a construção da plataforma desde o início do município em direção ao vão central.

As obras nos sistemas viários em Salvador e em Vera Cruz serão iniciadas posteriormente, por não se tratar de caminhos críticos, como é o caso do vão central. Além das frentes de trabalho nos dois municípios, o projeto contará com um canteiro no Estaleiro São Roque do Paraguaçu, em Maragogipe, viabilizado a partir de contrato firmado com a Petrobras. No local, serão produzidos elementos pré-moldados fundamentais para a execução da ponte, ampliando a capacidade logística e garantindo maior eficiência ao cronograma da obra.

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O saudoso Manu Bueba

Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Projeto de lei propõe medidas contra assédio judicial a jornalistas

 

alhos & bugalhos

ILHÉUS: TCU PÕE MARÃO NA DEFENSIVA EM PLENA LARGADA PARA 2026


Em Ilhéus, o clima azedou para o ex-prefeito Mário Alexandre, o Marão. Justo no momento em que tenta embalar a pré-candidatura a deputado estadual, ele foi atingido por uma decisão do Tribunal de Contas da União que manda devolver R$ 1,589 milhão aos cofres federais por falta de comprovação do destino de recursos enviados para atender vítimas das chuvas de 2023.

O dado político que mais pesa talvez nem seja só o valor. Marão foi condenado à revelia, sem apresentar defesa no processo. Para quem tenta vender viabilidade eleitoral e experiência administrativa, a imagem de gestor que não conseguiu explicar a aplicação de verba emergencial cai como chumbo nos bastidores.

O TCU ainda aplicou multa de R$ 190 mil e determinou a adoção de medidas para ressarcimento do dano. No papel, é uma decisão técnica. Na política, é munição pronta para adversários e um desgaste daqueles que grudam.

Em ano de pré-campanha, disputar vaga na Assembleia com esse passivo nas costas é como tentar remar contra a maré em dia de ressaca. Em Ilhéus, já tem muita gente olhando para Marão não mais como favorito natural, mas como um nome obrigado a gastar energia demais para explicar o passado antes de tentar falar de futuro. Do.: politicosdosuldabahia

Com sensores, bioinsumos e IA, fazenda baiana redefine produção de cacau

 


A incorporação de tecnologia ao campo tem redefinido padrões de produtividade e sustentabilidade em plantações de cacau no sul da Bahia. Na Fazenda Vila Opa, localizada no município de Taperoá, o produtor e engenheiro agrônomo Roberto Lessa vem apostando em inovação para construir um modelo de produção mais eficiente, escalável e alinhado às exigências do mercado global. Uso de sensores, análise de dados por inteligência artificial, mecanização e controle por celular são comuns na propriedade.

A operação que combina mecanização, bioinsumos, agricultura de precisão e sistemas agroflorestais. Os resultados já alcançam níveis de produtividade muito acima da média nacional. A fazenda nasceu há pouco mais de cinco anos com o propósito de aplicar, na prática, todo o conhecimento acumulado ao longo de três décadas de atuação de Lessa no setor. “Se fosse para fazer mais do mesmo, eu não entraria. A conta não fecha nem em produtividade, nem em custo”, afirma.

A propriedade tem 148 hectares, sendo 30 já cultivados com cacau em sistema agroflorestal. A meta é ampliar a área cultivada em mais 18 hectares em 2026 e outros 25 hectares em 2027. Com isso, cerca de metade da área da fazenda será destinada à agricultura. O restante irá abrigar matas de preservação.

A decisão de estruturar a propriedade com base em um masterplan foi determinante para viabilizar a mecanização, ainda pouco comum na cultura do cacau. Desde o início, o projeto considerou relevo, logística interna e organização espacial para permitir o uso de máquinas em diferentes etapas da produção. Lessa prefere não revelar o valor do investimento.

A aposta em tecnologia ocorre em um momento de mudanças no mercado internacional. Após a disparada dos preços do cacau em 2024, impulsionada por problemas climáticos na África, o setor passou por ajustes, com impacto na indústria e nos produtores. Nesse contexto, eficiência produtiva e redução de custos tornam-se fatores determinantes para a competitividade.

Mecanização como vetor de eficiência

Na Vila Opa, praticamente todas as etapas operacionais já contam com algum nível de mecanização, desde a adubação, roçagem, transporte interno e até processos pós-colheita. Um dos destaques é o sistema automatizado de fermentação, que substitui o trabalho manual de transferência das amêndoas entre caixas.

“Hoje, com a mecanização, conseguimos reduzir em até 45% o custo operacional. E mais importante é que conseguimos fazer as atividades no tempo certo”, explica o produtor.

A diferença é decisiva, especialmente em uma região com alta incidência de chuvas. Segundo Lessa, janelas curtas de sol exigem agilidade para operações como pulverização. “Se eu dependesse apenas de mão de obra, levaria até 15 dias para cobrir a área. Com tecnologia, faço isso em três dias”, diz.

Outro avanço está na automação da secagem, com controle remoto via celular de estufas, ventilação e cortinas, além da implantação de robôs para movimentação das amêndoas.

A produtividade também chama atenção. Enquanto a média brasileira gira em torno de 482 kg de amêndoas por hectare, a fazenda alcança entre 2.000 kg e 3.300 kg por hectare, resultado de manejo intensivo, monitoramento constante e uso de tecnologia.

Lessa buscou referências percorrendo diferentes regiões e culturas agrícolas em busca de soluções já consolidadas no agronegócio, adaptando práticas ao contexto do cacau. Entre os principais polos visitados está a fruticultura irrigada do Vale do São Francisco, reconhecida pelo uso intensivo de tecnologia, automação e agricultura de precisão. “Não é só olhar para o cacau. Outras culturas, como uva, manga e café, têm muito a ensinar. A gente observa o que funciona e adapta”, destaca.

Bioinsumos e sustentabilidade no centro da estratégia

Além da mecanização, a fazenda investe na produção própria de bioinsumos, com uma unidade instalada dentro da propriedade. Fungos e bactérias como Trichoderma e Bacillus subtilis são cultivados em biorreatores e utilizados no combate a pragas e doenças. “A gente consegue reduzir o custo em até 80% e ainda aumentar a eficiência do manejo. Em dias de chuva, por exemplo, os bioinsumos funcionam melhor que os químicos”, afirma Lessa.

Atualmente, cerca de 15% da área já utiliza insumos biológicos, mas a meta é atingir 100% nos próximos anos, com a ampliação da estrutura produtiva.

Outro pilar do modelo adotado na Vila Opa é o sistema agroflorestal, que combina as culturas de cacau, açaí e jequitibá-rosa na mesma área. A proposta é criar sinergia entre as culturas, melhorar o microclima e diversificar as fontes de receita.

Hoje, o cacau representa cerca de 70% do faturamento da fazenda, enquanto o açaí responde por 30%. Já o jequitibá cumpre função estratégica, oferecendo sombreamento e contribuindo para o equilíbrio ambiental do sistema.

Agricultura de precisão e valorização de mão de obra

O próximo passo da Vila Opa é a implantação de um sistema de irrigação por gotejamento, integrado a sensores de solo e controlado por celular. A tecnologia permitirá uma gestão mais eficiente da água e a aplicação de biofertilizantes via fertirrigação.

Também está prevista a adoção de drones para pulverização e monitoramento, ampliando ainda mais a precisão das operações no campo.

Apesar da forte presença tecnológica, o modelo não elimina a importância da mão de obra, redefinindo o seu papel. Para o produtor, a mecanização permite que os trabalhadores deixem atividades braçais e passem a atuar em funções mais qualificadas.

“Eu não quero contratar só braços e pernas. Quero pessoas pensando, operando tecnologia. Isso atrai jovens e valoriza o trabalho no campo”, afirma.

A estratégia tem surtido efeito. A fazenda vem se tornando um polo de interesse para estudantes, pesquisadores e produtores que buscam entender como a inovação pode transformar a cacauicultura.

Fonte: movimentoeconomico

Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial


Nadador mineiro foi eleito na categoria melhor atleta com deficiência


O multicampeão paralímpico Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, conquistou o Prêmio Laureus, a maior premiação do esporte mundial, nesta segunda-feira (20), durante cerimônia no Palácio de Cibeles, em Madri (Espanha). O nadador mineiro de 23 anos, nascido em Santa Luzia - região metropolitana de Belo Horizonte - superou outros cinco concorrentes na categoria de mehor atleta com deficiência.

Gabrielzinho foi o único brasileiro contemplado na 26ª edição do Laureus, considerado o Oscar do esporte internacional. Indicados em outras categorias, os compatriotas João Fonseca, Rayssa Leal e Yago Dora não foram eleitos este ano na votação da Laureus World Sports Academy, cujo juri é formado por 55 esportistas renomados.

“Eu gostaria de agradecer a Deus, à minha família por tudo que estamos construindo. Estar aqui é um sonho para mim. Agradeço ao meu técnico (Fábio Antunes) pelo apoio. Esse vai ser o primeiro de muitos, vamos continuar fazendo história”, disse Gabrielzinho, aplaudido de pé ao receber o troféu.

No ano passado, o mineiro de 23 aos foi tricampeão mundial paralímpico em Singapura, nos 50m e 100 metros costas, e 200m da classe S2 (comprometimento físico-mortor). E não foi só: Gabrielzinho também batei p o recorde mundial dos 150m medley. Ícone da natação, ele subiu ao pódio seis vezes nas duas últimas Paralimpíadas: arrematou três ouros em Paris 2024, e dois ouros e uma prata em Tóquio 2020.

Gabrielzinho levou o Laureus 2026 após superar cinco concorrentes na votação da Laureus World Sports Academy: os nadadores Simone Barlaam (Itália) e David Kratochvíl (República Tcheca); os atletas do atletismo Catherine Debrunner (Suíça) e Kiara Rodríguez (Equador) do atletismo, e a jogadora de hóquei no gelo Kelsey DiClaudio (Estados Unidos).

Antes de Gabrielzinho, o nadador paulista Daniel Dias já havia conquistado o prêmio Laureus de melhor atleta com deficiência nas edições de 2009, 2013 e 2016.

Demais brasileiros indicados

A skatista maranhense Rayssa Leal e o surfista catariense Yago Dora disputaram o Laureus de melhor atleta de ação, junto com outros quatro atletas de outros países. A vencedora na categoria foi a snowboarder norte-americana Chloe Kim. Já o tenista carioca João Fonseca fora indicado ao Laures de revelação do ano, que reuniu outros cinco postulantes. O ganhador foi o piloto britânico de Fórmula 1 Lando Norris.

Vencedores do Laureus 2026

Atleta Homem do Ano: Carlos Alcaraz (Espanha) - tênis

Atleta Mulher do Ano: Aryna Sabalenka (Bielorrússia) - tênis

Jovem Atleta do Ano: Lamine Yamal (Espanha) - futebol

Atleta com Deficiência: Gabriel Araújo (Brasil) - natação

Revelação do Ano: Lando Norris (Reino Unido) - automobilismo

Equipe do Ano: Paris Saint-Germain (França) - futebol

Melhor Atleta nos Esportes de Ação: Chloe Kim (EUA) - snowboard

Retorno do Ano: Rory McIlroy (Reino Unido) - golfe

Inspiração Esportiva: Toni Kroos (Alemanha) - futebol

Prêmio Esporte para o Bem: Fútbol Más - futebol

Prêmio Conquista de Vida: Nadia Comăneci (Romênia) - ginástica artística

 

É falsa a informação veiculada na notícia “vendedora de marmitas é notificada pela Receita após movimentar R$ 52 mil via PIX no CPF”


É falsa a informação veiculada na notícia “vendedora de marmitas é notificada pela Receita após movimentar R$ 52 mil via PIX no CPF”, de que a Receita Federal rastrearia movimentações de Pix e notificaria contribuintes por conta disso. 

Os sistemas Harpia e T-Rex citados nem sequer existem. O T-Rex era um hardware (servidor) no início da nota fiscal eletrônica em meados de 2007, hoje desativado.

Outras “notícias” semelhantes, referindo-se a pessoas não identificadas que recebem valores de amigos são também falsas. 

A Receita não recebe informações sobre transações individuais, não há qualquer identificação dos meios de pagamento. 

Principalmente, a Receita Federal sabe que movimentação financeira não se confunde com renda ou lucro, não havendo sentido em uma notificação como a relatada pela reportagem. 

Para que fique claro: a Receita não recebe qualquer informação sobre transações individuais ou a forma como elas ocorrem (PIX, depósito, transferência etc.) e não notifica contribuintes somente por conta de volume de transações, ainda mais em valores mais baixos como o citado nas reportagens.

Fake news sobre pix e fiscalização da Receita, sempre buscando apavorar as pessoas trabalhadoras, servem aos interesses poderosos de organizações criminosas, que se valem do sistema financeiro para lavar bilhões de reais de dinheiro do crime, e de grandes corporações de pagamento que se opõem ao PIX. 

A atuação do governo do Brasil contra o pilar financeiro do crime organizado veio pra ficar, apesar de incomodar aqueles que insistem em espalhar fake news.

Projeto de lei propõe medidas contra assédio judicial a jornalistas

 


Senado analisa proposta para reforçar segurança dos profissionais da imprensa no Brasil

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou o Projeto de Lei nº 1647/2026, que prevê uma série de medidas para fortalecer a proteção a jornalistas e veículos de imprensa no Brasil. A proposta foi protocolada no dia 7 de abril, data em que se celebra o Dia do Jornalista, e agora aguarda despacho no Senado.

Elaborado com base em uma iniciativa da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com a organização Fiquem Sabendo, o texto busca enfrentar práticas como o assédio judicial e ampliar garantias para o exercício da atividade jornalística no país.

Medidas contra ameaças e restrições ao trabalho

Entre os principais pontos, o projeto estabelece que agentes públicos deverão adotar ações para prevenir ameaças, intimidações e ataques contra jornalistas. A proposta também reforça o direito de acesso a fontes de informação, documentos e bases de dados, considerados essenciais para o trabalho da imprensa.

 Além disso, o texto assegura o livre acesso de jornalistas a prédios e repartições públicas, bem como a inviolabilidade de suas sedes de trabalho, como forma de garantir a independência da atividade.

Proteção a grupos mais vulneráveis

A proposta também prevê medidas específicas para jornalistas mulheres e profissionais LGBTQIA+, reconhecendo que esses grupos podem estar mais expostos a situações de violência, especialmente de gênero.

Mudanças na legislação

O projeto altera o artigo 158 do Código de Processo Penal para garantir prioridade a jornalistas na realização de exames de corpo de delito em casos de violência. A medida busca acelerar a produção de provas em situações de agressão contra esses profissionais.

Além disso, a proposta modifica a Lei nº 7.347/1985, que trata da ação civil pública, para incluir a liberdade de imprensa entre os direitos passíveis de defesa por meio desse instrumento jurídico.

Tramitação no Senado

Após ser apresentado, o projeto aguarda despacho do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que definirá as comissões responsáveis pela análise da proposta antes de eventual votação.

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