É isso aí

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sábado, 14 de março de 2026

Visto negado por Lula a assessor de Trump repercute no mundo

 alhos & bugalhos

Marcone Amaral figura como indespontado para disputar uma vaga na ALBA

 

De acordo com a perspectiva eleitoral para as eleições estaduais de 2026, para a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), o nome do (ex) Deputado Estadual Marcone Amaral, não desponta com força política para se reeleger.  

Na avaliação há uma nova leva de pré-candidatos que chega ao tabuleiro com musculatura política, base regional e chances reais de vitória.

Na lista dos nomes que despontam com mais força aparecem Elinaldo, Luciano Pinheiro, Denise Menezes, Andréa Castro, Dr. Pitágoras, Vilma Reis, João de Furão, Penélope de Belitardo, Rowenna, Jânio Natal Júnior, Igor Dominguez, Léo de Neco, Suzy de Coité, Carlinhos Sobral, Thiago Gileno, Quinho, Silva Neto, Wagner Alves e Cintia de Marabá.

A leitura nos bastidores é que 2026 deve abrir espaço para uma renovação relevante na Alba, impulsionada por ex-prefeitos, secretários, lideranças regionais e nomes apadrinhados por grupos políticos já consolidados. Em eleição proporcional, não basta só intenção: estrutura, base e articulação contam — e muito.

Alguns desses nomes já estão em campo há algum tempo. Outros ainda ajustam o discurso e ampliam conversas. Mas a verdade é que o tabuleiro começou a se mexer cedo, e há uma fila de pré-candidatos tentando transformar força política regional em voto de verdade.

 

Mercado de cacau entra em consolidação após nova rejeição na faixa de US$ 3.500

 


O mercado internacional de cacau voltou a registrar movimento de queda após mais uma tentativa frustrada de rompimento da região de resistência próxima a US$ 3.500 por tonelada. A incapacidade de superar esse patamar nas últimas sessões acabou acionando ordens automáticas de venda, pressionando as cotações e mantendo o mercado em um cenário de consolidação técnica.

No pregão mais recente da bolsa de Nova York, o contrato maio encerrou cotado a US$ 3.315 por tonelada, registrando queda de US$ 114 no dia. Durante a sessão, os preços oscilaram entre a mínima de US$ 3.237 e a máxima de US$ 3.434, refletindo a volatilidade típica de um mercado que ainda busca definir sua direção de curto prazo.

A movimentação contou com 16.358 negócios realizados, somando um volume total de 39.901 contratos negociados. O interesse em aberto, indicador que mede o número de posições ativas no mercado, apresentou aumento de 1.076 contratos, atingindo 190.649 contratos, sinalizando que novos participantes continuam entrando no mercado mesmo em meio ao período de ajuste das cotações.

Outro fator monitorado pelos investidores são os estoques certificados da Intercontinental Exchange (ICE) nos portos dos Estados Unidos. Os dados mais recentes apontam aumento de 22.577 sacas, elevando o volume total para 2.251.404 sacas, reforçando a percepção de maior disponibilidade física no curto prazo.

Do ponto de vista técnico, o RSI (Índice de Força Relativa) do cacau está próximo de 45%, indicando um mercado relativamente equilibrado, sem sinais claros de sobrecompra ou sobrevenda.

No mercado físico de entrega da bolsa, não houve novas entregas registradas no último pregão, mantendo o total acumulado em 793 contratos.

Para os analistas técnicos, o mercado segue operando dentro de uma faixa bem definida. As principais resistências permanecem nas regiões de US$ 3.500 e US$ 3.800, enquanto os suportes mais relevantes estão situados entre US$ 3.100 e US$ 2.800 por tonelada. O comportamento dos preços nessas zonas será determinante para definir os próximos movimentos do mercado.

No cenário macroeconômico, o câmbio também segue sendo observado pelos agentes do setor. O contrato futuro de dólar com vencimento em 31 de março de 2026 está cotado em R$ 5,28, variável que influencia diretamente a formação de preços do cacau nos países produtores e exportadores.

Com o mercado ainda pressionado por expectativas de oferta mais confortável e demanda global moderada, o cacau permanece em um período de ajuste técnico, enquanto investidores aguardam novos sinais fundamentais capazes de definir a tendência das próximas semanas.

Fonte: mercadodocacau

Visto negado por Lula a assessor de Trump repercute no mundo

 


A decisão do governo brasileiro de barrar a entrada no país de Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado dos Estados Unidos, provocou repercussão na imprensa internacional e reacendeu o debate sobre as relações entre Brasília e Washington.

O episódio ocorreu após o cancelamento do visto do funcionário americano, que planejava vir ao Brasil para participar de um evento em São Paulo e também visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

Interlocutores do Itamaraty afirmaram que a revogação do visto ocorreu porque Beattie teria apresentado informações incompletas ou falsas no momento do pedido de entrada no país. Segundo integrantes do governo, houve “omissão e falseamento de informações” relevantes sobre o motivo da viagem.

O assessor havia informado apenas que participaria do Fórum Brasil-EUA de Minerais Críticos e de reuniões com autoridades brasileiras, sem mencionar a intenção de visitar Bolsonaro em Brasília.

O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal após a defesa do ex-presidente solicitar autorização para que Beattie realizasse a visita nos dias 16 ou 17 de março, durante sua passagem pelo país. Inicialmente, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o encontro, mas voltou atrás no dia seguinte. Ao reconsiderar a decisão, o magistrado levou em conta informações enviadas pelo chanceler Mauro Vieira, que detalhou o conteúdo do pedido de visto feito em Washington.

Na decisão, Moraes destacou que a visita não estava vinculada às atividades oficiais declaradas pelo assessor e citou o risco de “indevida ingerência em assuntos internos”, argumento apresentado pelo Itamaraty ao tribunal. Bolsonaro cumpre pena na chamada Papudinha por decisão do Supremo, no âmbito das investigações relacionadas à tentativa de golpe após as eleições de 2022.

Em agenda no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que determinou a proibição da visita de Beattie ao país e associou a decisão a uma medida anterior do governo americano envolvendo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

"Aquele cara americano que disse que vinha pra cá, pra visitar o Jair Bolsonaro, ele foi proibido de visitar e eu o proibi de vir ao Brasil, enquanto não liberar os vistos do ministro da Saúde, que está bloqueado", disse Lula. Em seguida, acrescentou: "Bloquearam o visto do Padilha, o visto da mulher dele e o visto da filha dele de 10 anos".

O episódio foi interpretado por veículos estrangeiros como mais um capítulo da relação tensa entre Brasil e Estados Unidos desde o início do atual mandato do presidente Donald Trump. O jornal britânico The Guardian destacou que o caso expõe divergências persistentes entre os dois países.

"A medida expôs os muitos atritos que ainda persistem entre Washington e Brasília, apesar da relativa reaproximação entre Trump e Lula no final do ano passado. As relações despencaram para o ponto mais baixo em anos como resultado da campanha de pressão de Trump, com tarifas e sanções direcionadas a autoridades como Padilha. Mas, após o encontro dos dois presidentes na ONU em setembro passado, o clima melhorou, com Trump elogiando a 'grande química' entre eles", escreveu o britânico The Guardian.

A agência Reuters também ressaltou o impacto diplomático do episódio. "Beattie, um crítico do governo brasileiro, foi nomeado pelo presidente dos EUA para um cargo de consultor sênior para monitorar o país sul-americano no mês passado, o que sugere que as relações entre as duas nações permanecem delicadas", afirma a reportagem.

Já o The New York Times apontou que a tentativa de visita ao ex-presidente brasileiro levantou preocupações sobre possível interferência política externa. "O presidente Trump está tentando ajudar um aliado de direita no Brasil — mais uma vez", diz o texto publicado nesta sexta-feira.

O jornal acrescentou que Trump estaria "ansioso" para salvar Bolsonaro da prisão no ano passado, quando aplicou tarifas ao Brasil e sanções ao ministro Alexandre de Moraes, mas "fracassou".

"Agora, o principal enviado do governo Trump para o Brasil está reacendendo os temores de que Washington não terminou suas investidas", diz a reportagem. "A iniciativa provocou forte reação negativa no Brasil, que acusou o governo Trump de tentar interferir em seus assuntos internos a poucos meses da próxima eleição presidencial".

Também nos Estados Unidos, o The Washington Post destacou a justificativa de reciprocidade apresentada pelo governo brasileiro. Segundo o jornal, Lula "vinculou sua decisão sobre o visto (de Beattie) a uma medida tomada em agosto pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, de revogar os vistos de autoridades brasileiras supostamente ligadas a um programa cubano que envia médicos para o exterior".

Apesar da repercussão internacional, integrantes do governo brasileiro classificaram o episódio como um caso isolado. Nos bastidores do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a situação é tratada como um "episódio isolado de má-fé diplomática", e não como uma crise bilateral com os Estados Unidos.

Por esse motivo, segundo fontes do governo, não há preocupação de que o episódio comprometa um eventual encontro entre Lula e Trump, que ainda não tem data definida. As duas administrações continuam negociando nos bastidores iniciativas de cooperação no combate ao crime organizado.

Entre as propostas em discussão está um modelo inspirado no adotado por El Salvador, que prevê a transferência de presos estrangeiros capturados nos Estados Unidos para cumprir pena em outros países parceiros. (Fonte: Jornal A Tarde)

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ACM, Manuel Leal e o cheque com data retroati


Inicio da década de 90. A pretexto de inaugurar novas salas de aula numa escola da rede estadual, Antonio Carlos Magalhães, na época o todo poderoso governador da Bahia, fez um ato público na praça Adami, centro de Itabuna.

Era só pretexto mesmo. O que ACM fez foi desancar, com a verborragia habitual, seu ex-aliado Manuel Leal, dono do jornal A Região, que lhe fazia ferrenha oposição.

Embora fosse o jornal de maior circulação no Sul da Bahia, A Região era tratada, bem ao estilo ACM, sem pão nem água pelo Governo do Estado. Publicidade zero.

Mas o caudilho queria mais. Depois de atacar Leal, que assistia tudo da sede do jornal, bem ao lado da praça, ACM falou sem rodeios:

-Quem for meu aliado, meu amigo, não anuncia nesse jornal de merda…

Dias depois, apareceu na sede do jornal um empresário com veleidades de entrar na política, para pagar um anuncio de sua loja.

E, para não deixar dúvidas, preencheu o cheque com data anterior ao discurso-ordem de ACM.

Manuel Leal, que não era Manuel Leal por acaso, não descontou o cheque. Durante muito tempo exibiu-o, aos risos, aos amigos, como exemplo da “coragem” de alguns de nossos concidadãos.

O jornal, apesar das bravatas de ACM, sobreviveu.

O velho capo não teve a mesma sorte.



*Daniel Thame

 Priskas Eras


Publicação simultânea: 
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sexta-feira, 13 de março de 2026

INSS alerta para golpe com aplicativo falso de reembolso

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Contas de Arataca têm parecer do TCMBa pela rejeição

 


Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, na sessão desta quinta-feira (12/03), recomendaram a Câmara de Vereadores a rejeição das contas da Prefeituras de Aratac, referente ao exercício de 2020, aplicando multas ao gestor pelas irregularidades relacionadas no parecer.

As contas de 2020 da Prefeitura de Arataca, da ex-prefeita Katiana Pinto de Oliveira, também foi rejeitada pelo descumprimento ao artigo 42 da LRF, vez que os recursos deixados em caixa não foram suficientes para cobrir os “restos a pagar”. A gestora também não comprovou a cobrança de multas imputadas a agentes políticos do município.

Na verdade, a então prefeita, no exercício, sequer cumpriu o dever legal de prestar contas ao TCM. E por isso foi feita uma tomada de contas especial, por determinação da direção do TCM.

Pelas irregularidades apuradas pelos auditores do TCM a conselheira Aline Peixoto, relatora do parecer, apresentou Deliberação de Imputação de Débito com multa de R$4 mil à ex-prefeita.

Foi ainda imputada uma outra sanção pecuniária, no valor de R$14.400,00, em razão do não encaminhamento ao Legislativo e ao tribunal dos Relatórios de Gestão Fiscal. Os conselheiros aprovaram também a apresentação de representação ao Ministério Público Estadual para apuração da prática de ato de improbidade administrativa.

Na mesma sessão foi aprovada com ressalvas as contas de 2023 de Ibirapitanga, da responsabilidade de Junilson Batista Gomes

Novas regras para tráfego em ponte sobre o Rio Jequitinhonha


Foto o Tabuleiro

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou que, a partir das 8h de segunda-feira (16), o tráfego de veículos na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi, no extremo-sul da Bahia, passará a operar sob novas regras durante a execução das obras da nova ponte, que está sendo erguida ao lado da antiga.

De acordo com o Dnit, a partir da próxima semana, só poderão trafegar pela ponte sobre o Rio Jequitinhonha veículos leves, vans, micro-ônibus, ônibus e caminhões com no máximo três eixos, com Peso Bruto Total (PBT) de até 33 toneladas, além de veículos de transporte de carga vazios. Haverá controle de peso nos dois acessos da ponte. Os demais veículos estão proibidos de circular pela ponte.

As obras para a construção da nova ponte sobre o Rio Jequitinhonha seguem em andamento, segundo o Dnit. O órgão federal informou que os serviços de fundação e implantação dos novos pilares já foram iniciados. O próximo passado, será realizada a etapa de concretagem das vigas pré-moldadas da estrutura.

A ponte é estratégica para a mobilidade no sul e extremo-sul da Bahia. A rodovia garante o fluxo de pessoas e o transporte de cargas na região. Além disso, a BR-101 é uma das principais rodovias do país, conectando diferentes regiões do Brasil e contribuindo para o escoamento da produção agrícola e industrial, além de impulsionar o turismo e o desenvolvimento econômico do extremo-sul baiano.

Lula zera PIS/CONFINS do diesel e cria subvenção para conter ala do combustível


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quinta-feira (12), decreto que zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação e comercialização do diesel no Brasil. A medida foi anunciada no Palácio do Planalto, em Brasília, junto com uma medida provisória que cria subvenção ao combustível para produtores e importadores.

Segundo o governo, a iniciativa busca evitar que a alta do petróleo internacional chegue ao consumidor final, especialmente motoristas e caminhoneiros. “A ideia é garantir que essa guerra não chegue ao bolso do motorista e do caminhoneiro, porque isso acaba impactando o preço dos alimentos”, afirmou Lula durante coletiva.

As medidas foram adotadas em caráter temporário e são justificadas pelo aumento do preço do petróleo provocado pela guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, que tem pressionado os mercados globais e levado países a liberar estoques de emergência.

REDUÇÃO DE PREÇO

De acordo com cálculos do Ministério da Fazenda, o corte de impostos deve reduzir o preço do diesel em cerca de R$ 0,32 por litro nas refinarias. A subvenção prevista na medida provisória pode gerar redução adicional de R$ 0,32 por litro, totalizando impacto estimado de R$ 0,64.

Para receber a subvenção, produtores e importadores terão que comprovar que o benefício foi repassado ao consumidor final. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que haverá fiscalização para evitar práticas abusivas no mercado.

Segundo ele, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis deverá estabelecer critérios objetivos para identificar aumento abusivo de preços e armazenamento injustificado de combustíveis. Haddad também ressaltou que as medidas não alteram a política de preços da Petrobras. Com Agência Brasil.

 

Mudança no drawback pode reduzir exportações de derivados de cacau em até R$ 3,5 bilhões e afetar até 5 mil empregos no Brasil

 


O Governo Federal estuda publicar uma medida provisória que pode provocar forte impacto na cadeia brasileira de cacau. A proposta reduz de até dois anos para apenas seis meses o prazo do regime de drawback, instrumento fundamental para a competitividade das exportações industriais, e pode resultar em perda de até R$ 3,5 bilhões em exportações de derivados de cacau nos próximos cinco anos, além de colocar em risco mais de 5 mil empregos, segundo estimativas do setor.

A mudança ocorre em um contexto em que o Brasil não produz cacau suficiente para abastecer sua indústria processadora. Atualmente, cerca de 22% das amêndoas utilizadas no processamento nacional são importadas, sendo 99% das operações realizadas por meio do regime de drawback e vinculadas à exportação de derivados. Sem esse mecanismo, a indústria perde competitividade no mercado internacional e reduz sua capacidade de processamento.

O drawback é um instrumento amplamente utilizado no comércio internacional, que permite a suspensão de tributos incidentes sobre insumos importados destinados à produção de bens exportados. O mecanismo evita a cumulatividade de impostos na cadeia produtiva e garante condições de competição para as exportações brasileiras.

Segundo o setor, a redução do prazo para seis meses cria um descompasso entre o ciclo industrial e comercial da atividade e as exigências fiscais do regime. A produção de derivados envolve a importação da amêndoa, o processamento industrial e o cumprimento de contratos internacionais frequentemente firmados com vários meses de antecedência. Dados consolidados do setor indicam que 92% dos contratos de exportação possuem prazo superior a 180 dias, o que torna incompatível a redução do prazo vigente hoje.

Projeções indicam que, no horizonte de cinco anos, a medida pode resultar em redução da moagem entre 10% e 20%, aumento da ociosidade industrial para mais de 35% e perda acumulada de exportações entre US$ 400 milhões e US$ 700 milhões, o equivalente a até R$ 3,5 bilhões, segundo levantamento da Associação Nacional da Indústria Processadora de Cacau (AIPC)

A diminuição da atividade industrial também pode reduzir a demanda por amêndoa nacional. As estimativas indicam que o consumo interno de cacau pode cair entre 40 mil e 80 mil toneladas, afetando diretamente a base produtiva.

“Atualmente, a indústria brasileira possui capacidade instalada de cerca de 275 mil toneladas, mas processou aproximadamente 195 mil toneladas em 2025, operando com quase 30% de ociosidade” , afirma a presidente-executiva da AIPC, Anna Paula Losi. “Medidas que elevam o custo estrutural da indústria não resolvem o problema do produtor no médio prazo. Ao contrário, podem reduzir a capacidade de absorção da amêndoa nacional e comprometer a competitividade do Brasil na exportação de derivados. Além disso, a falta de previsibilidade e as mudanças regulatórias sem justificativa técnica fazem com que investimentos previstos sejam suspensos e até redirecionados para outros mercados, como o do Equador”

Impactos econômicos
Os efeitos das mudanças no regime de drawback também foram avaliados no estudo “Cadeia de cacau no Brasil: Avaliação de impacto das medidas de proteção comercial”, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). A modelagem econômica indica que as alterações podem resultar na perda de mais de 5 mil empregos formais e informais, com impactos concentrados nas etapas industriais de maior geração de valor. O estudo também aponta retração da atividade econômica, redução das exportações e pressão inflacionária decorrente do aumento dos custos da matéria-prima. “Os resultados do estudo indicam que o efeito líquido sobre a economia brasileira é negativo. A medida tende a elevar custos ao longo da cadeia produtiva, reduzindo a produção e a competitividade da indústria e resultando em perda de postos de trabalho”, explica o economista chefe da FIEMG, Joao Gabriel Pio.

Soluções estruturais

Para a AIPC, o enfrentamento da queda recente do preço do cacau exige instrumentos adequados e diálogo colaborativo entre os diferentes elos da cadeia.

“Reconhecemos a preocupação legítima do governo com a renda do produtor. No entanto, medidas que elevam o custo estrutural da indústria não corrigem a causa do problema e fragilizam ainda mais a cadeia”, afirma Anna Paula Losi.

Segundo a entidade, existem instrumentos mais eficazes para apoiar o produtor, como mecanismos de preço mínimo, política de estocagem, crédito direcionado e ampliação do acesso a mercados para a amêndoa brasileira.

“A indústria processadora integra a solução estrutural do setor. É fundamental que as decisões sejam construídas com base em dados e diálogo técnico entre governo, produtores e indústria”, conclui.

 

INSS alerta para golpe com aplicativo falso de reembolso


Criminosos estão usando um aplicativo falso em nome do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para aplicar golpes. A fraude se apresenta como um suposto serviço de reembolso de descontos associativos e tem sido disseminada principalmente para celulares com sistema Android.

De acordo com o INSS, o golpe foi identificado por pesquisadores da empresa de cibersegurança Kaspersky, que detectaram um malware conhecido como “BeatBanker”. O programa é classificado como um “trojan bancário”, capaz de roubar informações financeiras e assumir o controle do aparelho da vítima.

Como funciona

O golpe começa com a divulgação de um site falso que imita visualmente a loja oficial de aplicativos do Android. Nesse ambiente fraudulento, é oferecido um aplicativo chamado “INSS Reembolso”, que se apresenta como ferramenta oficial para solicitar devolução de valores.

Ao instalar o programa, no entanto, o usuário passa a ter o celular comprometido pelo malware, que pode acessar informações sensíveis armazenadas no dispositivo.

Espionagem

Segundo especialistas em segurança digital, o aplicativo malicioso é capaz de espionar aplicativos bancários, capturar senhas e dados pessoais, redirecionar transferências financeiras e até assumir controle remoto do celular.

Esse tipo de software é frequentemente utilizado por criminosos para acessar contas bancárias e realizar transações sem o conhecimento da vítima.

Orientação

O INSS orienta a população a não instalar aplicativos fora das lojas oficiais e a desconfiar de serviços que prometem reembolsos ou liberação de valores por meio de links ou páginas desconhecidas.

O órgão reforça que o único aplicativo oficial para acesso a serviços previdenciários é o Meu INSS, disponível nas lojas oficiais de aplicativos.

Além do aplicativo, o atendimento do instituto também pode ser realizado pelo telefone 135 e pelos canais oficiais na internet.

O que fazer

Caso o usuário identifique aplicativos suspeitos ou já tenha realizado o download de programas semelhantes, a recomendação é remover imediatamente o aplicativo do aparelho e realizar uma verificação de segurança no dispositivo.

O INSS também recomenda evitar operações financeiras pelo celular até que o aparelho esteja seguro. O órgão afirma que divulgar informações sobre esse tipo de fraude é essencial para reduzir a disseminação de golpes e proteger segurados e beneficiários de prejuízos financeiros.

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Parabéns para Noel Ferreira

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Sem medidas


O deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) estreou em grande estilo na Câmara, em 2007, ao exigir silêncio durante seu discurso de estreia, calando 368 parlamentares presentes no plenário. E ainda deu um pito em Paulo Maluf (PP-SP), que insistia em conversas paralelas.

Em seguida, uma repórter quis saber como ele votaria medidas provisórias que entupiam a pauta. Clodovil fez graça: “Que medida o quê, minha filha... Eu não estou aqui para fazer roupa!”

Priskas Eras


Grêmio Esporte Clube - Itajuípe

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quinta-feira, 12 de março de 2026

Rumo a 1 milhão de acessos - Blogs do Cláudio Luz

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Rumo a 1 milhão de acessos - Blogs do Cláudio Luz

 


Correioitajuipense.blogspot.com                673.299 acessos

Correioitajuipensedenoticias.blogspot.com      70.643 acessos

Academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com        147.152 acessos

Apoesiadeclaudioluz.blogspot.com               64.234 acessos

Total de acessos                                955.328 acessos

Notícias com credibilidade, artigos diversos e poesias, que mantém os nossos leitores bem informados.

Agradecemos a todos que estão presentes no dia a dia das nossas publicações.      


IFBA ILHÉUS PRORROGA INSCRIÇÕES PARA CURSO PREPARATÓRIO PARTIU IF ATÉ DOMINGO (15)


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) – Campus Ilhéus prorrogou até domingo (15) o prazo de inscrições para o programa Partiu IF, curso preparatório voltado a estudantes da rede pública interessados em ingressar na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

A iniciativa é regulamentada pelo Edital nº 03/2026 e integra uma política do Ministério da Educação (Mec) que busca ampliar o acesso de alunos da rede pública ao ensino técnico federal.

O programa é destinado a estudantes matriculados no 9º ano do ensino fundamental que tenham cursado toda essa etapa em escola pública. A seleção prioriza jovens em situação de maior vulnerabilidade social. No campus de Ilhéus, estão disponíveis 40 vagas, distribuídas conforme as políticas de ações afirmativas, com critérios de renda, pertencimento étnico-racial e pessoas com deficiência.

As atividades serão presenciais e terão carga horária total de 320h. O conteúdo inclui aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza e atividades complementares. O início das aulas está previsto para abril de 2026, no turno vespertino.

Os estudantes selecionados receberão ajuda de custo mensal de R$ 200 durante até oito meses, condicionada ao cumprimento da frequência mínima exigida pelo programa.

As inscrições devem ser feitas por formulário eletrônico disponível no edital publicado na página oficial do programa no site do campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia em Ilhéus. O documento completo e outras informações podem ser acessados no portal institucional.

COAF: BANCO MASTER E REAG PAGARAM R$ 3,6 MILHÕES A EMPRESA DE ACM NETO


Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informa que o Banco Master e a Reag Trust pagaram R$ 3,6 milhões à empresa A&M Consultoria Ltda., que pertence ao pré-candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, e à esposa, a administradora de empresas Mariana Barreto de Magalhães. O documento do órgão ligado ao Banco Central veio a público nesta quarta-feira (11), em matéria do jornal O Globo.

Naquele período, segundo o Coaf, a empresa do vice-presidente nacional do União Brasil “movimentou recursos expressivos, acima de sua capacidade financeira declarada”. No mesmo intervalo, ACM Neto recebeu da própria empresa 14 repasses que somam R$ 4,2 milhões, ainda conforme o relatório do órgão de inteligência especializado na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.

O político e a esposa abriram a empresa no dia 28 de dezembro de 2022, com capital social de R$ 2 mil. Os pagamentos começaram logo após a constituição da sociedade, ainda em dezembro de 2022, e se estenderam até maio de 2024.

O QUE DIZ ACM NETO


Ao jornal, o ex-prefeito de Salvador disse que a A&M prestou serviços a alguns clientes, incluindo o Banco Master e a Reag. “Isto sempre ocorreu com contratos formais, com o devido recolhimento de impostos e trabalhos de consultoria efetivamente executados, notadamente relacionados à análise da agenda político-econômica nacional, e materializados em diversas reuniões com o corpo técnico e jurídico dos contratantes”, afirmou.

De acordo com ACM Neto, os pagamentos não têm nenhuma relação com as investigações das fraudes atribuídas ao Banco Master e à Reag, que foram liquidados em intervenções extrajudiciais do Banco Central. “No período do contrato, existia nada que desabonasse as empresas citadas, sendo ambas atuantes em segmento empresarial rigidamente regulado”, ressaltou.

“Os serviços por mim prestados não envolveram qualquer tipo de irregularidade e não têm correlação com os temas que se noticia estarem sob investigação. Os honorários recebidos, os rendimentos declarados e os dividendos distribuídos são inteiramente compatíveis e congruentes, uma vez que, no mesmo período, foram prestados serviços de consultoria também a outros clientes. Vale frisar que tão logo cessou a prestação dos serviços, os contratos e pagamentos foram finalizados”, acrescentou.

INVESTIGAÇÕES

As apurações da Polícia Federal e do Banco Central indicam que a Reag, que é uma gestora de investimentos, teria sido usada para inflar artificialmente o patrimônio do Master. Fundador do Master, Daniel Vorcaro está preso de forma preventiva.

Já a Reag, que pertencia a João Carlos Mansur, também é suspeita de ligação com esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) apontado pela Operação Carbono Oculto.

Cacau entra na lista de bônus do PGPAF, produtores da Bahia e de outros estados passam a ter direito ao beneficio  

 


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a nova relação de produtos contemplados pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para o mês de março, trazendo mudanças importantes para diversas cadeias produtivas no país. Entre as novidades está a inclusão do cacau, que passa a contar com bônus de desconto para produtores da Bahia, Espírito Santo, Pará e Rondônia.

A medida surge em um momento sensível para o setor cacaueiro, marcado pela forte queda das cotações internacionais e pela pressão sobre a renda dos produtores. Com a inclusão no PGPAF, agricultores familiares dessas regiões poderão acessar o benefício quando os preços de mercado ficarem abaixo do valor de referência estabelecido pelo programa.

Além do cacau, a nova lista também inclui o tomate cultivado em Santa Catarina, somando-se a outros 18 produtos agrícolas em diferentes estados brasileiros que terão direito ao bônus neste período.

O levantamento divulgado pela Conab também trouxe atualizações em relação à lista anterior. O arroz passou a receber bonificação em Goiás, enquanto o alho terá o benefício estendido a produtores do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul. A batata também passa a contar com bônus no Distrito Federal e em Santa Catarina.

Outros produtos incorporados ao programa neste mês incluem o leite produzido na Bahia e em Pernambuco, a raiz de mandioca no Amapá e na Bahia e o trigo no Tocantins.

Por outro lado, alguns itens deixaram de ter direito ao bônus nesta atualização. Entre eles estão a manga produzida no Rio de Janeiro e em São Paulo, o leite em Goiás, o feijão no Paraná e em Santa Catarina e a banana em Sergipe. Em Pernambuco, o benefício também deixa de ser aplicado para castanha-de-caju, feijão-caupi e cana-de-açúcar.

Entre os maiores percentuais de desconto previstos neste ciclo estão os concedidos aos produtores de batata do Paraná, com bônus de 59,51%, seguidos pela cebola no Rio Grande do Sul, com 58,57%, e pelo feijão-caupi no Amapá, com 57,9%. O feijão-caupi comercializado em Mato Grosso também terá redução expressiva, chegando a 56,43%. Outros destaques incluem a laranja em Sergipe, com 45,7%, e a castanha-de-caju na Bahia, com desconto de 55,06%.

No total, o programa contempla produtores de uma ampla variedade de alimentos em diferentes estados, incluindo alho, arroz, banana, batata, borracha natural, cana-de-açúcar, castanha-de-caju, cebola, erva-mate, feijão, feijão-caupi, laranja, leite, manga, maracujá, mel, milho, raiz de mandioca, sisal, sorgo e trigo.

O PGPAF é um instrumento de apoio à agricultura familiar que entra em ação quando o preço de mercado de determinado produto fica abaixo do valor de referência definido pelo governo. Nessas situações, o agricultor pode utilizar o percentual de bônus como desconto no pagamento ou na amortização de parcelas de financiamentos contratados por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para os produtores de cacau, a inclusão no programa representa um importante mecanismo de proteção de renda, especialmente em um momento de elevada volatilidade nos preços internacionais e de maior pressão sobre a rentabilidade das lavouras.

Fonte: mercadodocacau

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Casos e Causos


Mamede Paes Mendonça, em traje de gala típico escocês, recebe homenagem da 
Ballantine's.

Mamede tornou-se distribuidor exclusivo da linha de whiskies

Ballantine’s, para todo o Brasil. Importava e distribuía 56% de todo

o whisky estrangeiro que se consumia no País. E isto significava um

total de 84.000 caixas ou um milhão de litros anuais. Foi premiado

duas vezes pela própria Ballantine’s como seu destaque de vendas

em todo o mundo. Isto lhe trouxe de certo modo, mais um

respeitável título, que era o de rei do whisky do Brasil.

Charge do Dia

Priskas Eras


Baile de Formatura no Esporte Clube Bahia - Decada de 70

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correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto.