É isso aí

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Mauricio Castro participa do lançamento do livro “A História do trás da História”

alhos & bugalhos

Mauricio Castro participa do lançamento do livro “A História do trás da História”


O escritor itajuipense Mauricio Castro, participou em Salvador, no último sábado (8), do lançamento  do livro autoria “A História por trás da História”,

O livro História por trás da História é um projeto que busca a preservação da memória de uma história que está acontecendo agora e que reúne uma centena de outras histórias que estão gerando transformações que merecem ser “e inesquecidas”.

É como uma simbiose de passado, presente e futuro que cria, no hoje, uma realidade nova e boa e, a cada dia, abraça mais pessoas em encontros de arte e amizade.

A simbiose do tempo se encontra com outros dois organismos: os leitores e os escritores. Esse encontro está sendo vivido, seu potencial ainda é inestimável de tão alto.

Tudo isso se encontra num livro reúne trinta e seis histórias reais, escritas pelos próprios autores, algumas em prosa e outras em verso, mais a história do movimento que os une em coletivo, revelando o diferencial que há na literatura que eles produzem.

Junto com a cadeia de produção do livro e outros artistas, a obra leva a assinatura de 40 baianos.

Essas histórias serão contadas e não terão fim!

Mauricio registra que: Com muita alegria, "eu faço parte" da História por trás da História, um feito da Raiz Livraria que celebra cinco anos de apoio à literatura independente. Agradecendo a todos que participaram do lançamento -Realizado na Varanda do SESI Rio Vermelho, em Salvador.

Mauricio, é filho do saudoso Aristides da Cabana e da professora Ana.

 

Itajuípe: Município recebe hoje 1º decêndio de novembro do (FPM), R$- 3.459.753,97



O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), creditou hoje a 1ª Cota do mês de novembro que favorece o município de Itajuípe no valor de R$- 3.459.753,97, os descontos constitucionais ficaram em R$- 996.609,27.

Os descontos constitucionais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) incluem retenções obrigatórias para o PASEP (1%) e o FUNDEB (20%), que são descontados antes do repasse de líquido do valor total (que atualmente é de 25,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados) aos municípios. 

Descontos e passes

  • Base de cálculo: O FPM é formado por uma parcela constitucional de 25,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da União.
  • Retenções obrigatórias: Antes de serem repassados ​​aos municípios, os seguintes valores são descontados do montante total:
    • 1%: Retenção para o PASEP.
    • 20%: Retenção para o FUNDEB.
  • Repasse líquido: O valor restante, após os descontos, é o que é repassado aos municípios, geralmente em 10 dias (1º, 2º e 3º decêndios do mês). 

Emenda Constitucional nº 112/2021 

  • A Emenda Constitucional nº 112/2021 aumentou a alíquota total do FPM para 25,5% com a adição de 1% extra, destinada ao FPM em setembro de cada ano.
  • Essa medida visa fortalecer a caixa dos municípios, especialmente no segundo semestre, quando a arrecadação de tributos costuma ser menor. 

Trump vai pagar US$ 2 mil para americanos com grana do tarifaço


Pagamento seria relativo a dividendos das receitas obtidas, mas apenas para cidadãos de baixa renda

Numa versão meio torta de Robin Hood, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que vai usar o dinheiro obtido com o tarifaço das importações dos Estados Unidos para distribuir dinheiro aos mais necessitados.

Precisamente, US$ 2 mil (cerca de R$ 10,7 mil) para cada americano, exceto os de alta renda. O valor corresponderia a uma espécie de pagamento de dividendos sobre a arrecadação oriunda da tributação de produtos importados de outros países.

O anúncio foi feito pelo próprio presidente em sua rede social, a Truth Social:

“Estamos arrecadando trilhões de dólares e em breve começaremos a pagar nossa enorme dívida, de US$ 37 trilhões. Há investimentos recordes nos EUA, com fábricas e plantas surgindo por toda parte. Um dividendo de pelo menos US$ 2 mil por pessoa (excluindo pessoas de alta renda!) será pago a todos”, publicou ele, afirmando que sem as tarifas isso não seria possível.

Apesar de afirmar que o país não passa por um momento inflacionário, o indicador está acima da meta estabelecida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que é de 2%. Jerome Powell, presidente da autoridade monetária, tem afirmado que o trabalho do Fed tem sido desafiador diante do patamar inflacionário e, ao mesmo tempo, do desaquecimento do mercado de trabalho.

Vale lembrar que boa parte da retração do mercado de trabalho e da pressão inflacionária são resultados da política de tarifaço, que reduz a oferta de produtos e leva importadores a reduzirem sua atividade. Além disso, na prática, são os consumidores americanos que pagam as tarifas impostas aos produtos importados.

Dinheiro na mão ou isenção

Nem mesmo a ideia de transferir dinheiro aos cidadãos está confirmada. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, acredita que esse 'bônus' poderia vir de cortes de impostos aprovados no principal projeto de política econômica no início deste ano.

A ideia é retirar imposto de gorjetas, horas extras e Previdência Social além de conceder deduções sobre empréstimos para automóveis, disse Bessent ao programa This Week, da TV americana.

 

Colegiado de Agricultura vai a Ilhéus debater a Cadeia Produtiva do Cacau

 


A Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa aprovou, na reunião ordinária que aconteceu terça-feira (4), na Sala Luís Cabral, a realização de uma audiência pública itinerante em Ilhéus, no Sul da Bahia, para discutir a Cadeia Produtiva do Cacau, uma proposição do deputado Pedro Tavares (UB). Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente do colegiado, deputado Manuel Rocha (UB), que fez um relato sobre a participação de uma comitiva de parlamentares baianos no Salão do Chocolate, em Paris.

“Os deputados da comissão estiveram em missão oficial, na semana passada, representando a Assembleia Legislativa, na capital da França. Encontramos com produtores de cacau e chocolate, podendo levar o nome da Bahia, que é o maior produtor de cacau do Brasil, discutindo com eles as demandas e as potencialidades do nosso produto. Testemunhamos a credibilidade do cacau de nosso país e do chocolate de excelente qualidade produzido pela Bahia. Todos nós temos a obrigação de defender a pauta do agronegócio e da agricultura, buscando destravar os gargalos e tentando resolver questões de interesse de todos os setores da agricultura”, resumiu o presidente do colegiado.

Segundo o deputado Pedro Tavares, os problemas e soluções sobre a produção de cacau deverão ser debatidos em audiência pública no início de dezembro, em Ilhéus, com a presença de autoridades municipais, lideranças de sindicatos rurais, parlamentares e políticos da região. “Vamos discutir a cadeia produtiva do cacau, avaliar o turismo que envolve a produção do chocolate nas fazendas da região e pedir a revisão da instrução normativa 125, do Ministério da Agricultura, que trata da importação de amêndoas de cacau fermentadas e secas da Costa do Marfim. Esse cacau que vem de países africanos, além de qualidade inferior, pode trazer doenças, sendo essa questão fitossanitária muito importante para o Sul da Bahia. Em um passado recente, cidades como Ilhéus, Itabuna, Camacan e Uruçuca já sofreram muito com a doença da vassoura de bruxa, praga que dizimou a produção de cacau na região”, alertou o legislador.

O deputado Paulo Câmara (PSDB) destacou que os integrantes da comissão cumpriram com êxito a missão de representar a Casa do Povo na feira internacional do chocolate. Para o deputado Luciano Araújo (SD), a viagem, liderada pelo presidente Manuel Rocha, foi coroada de sucesso, devendo ter o reconhecimento dos baianos. Vice-presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural, o deputado Ricardo Rodrigues (PSD) disse que se sentia orgulhoso pelo trabalho de excelência realizado pela comitiva. “Foram quatro dias de muito trabalho no Salão de Chocolate em Paris, onde a Bahia apresentou ao mundo mais de 200 marcas de chocolates finos, chegando com muita força. Com chave de ouro, vamos fechar o ano de nossa comissão com esta audiência em Ilhéus. Devemos comemorar também a expansão do cacau para o oeste do estado, em áreas como Barreiras, Barra e o Baixio de Irecê”, finalizou Ricardo Rodrigues.

Fonte: alba

Persona do Dia

Homenagem a Júlio Marabá

 


No último 1° de novembro nossa lenda viva completou 90 anos, homem que vem marcando a sua trajetória com muita dignidade, alegria e sabedoria aonde quer que vá... Sempre se preocupando com os mais novos e qual a contribuição dará para os mesmos, sem dúvida, é a grande referência para eles.

Nossa Casa Arte Terapia Revelando Pérolas desde o seu primeiro encontro passou a ter o antes e o depois de Júlio. Seu poder de criar, agregar e nos conquistar com sua energia carnavalesca, fez e faz nossos momentos terem um brilho diferenciado. Cada frase proferida, cada detalhe percebido ou nos chamando a atenção para algo, nos ensina o quanto é valioso estar ao lado desse grande artista. Um verdadeiro aprendizado, sobretudo, pela elegância nas palavras e humildade.

Seu jeito irreverente, ao mesmo tempo amoroso e respeitoso com todos a seu redor independentemente da idade, explica a admiração de todos que o conhecem.

É uma grande honra termos um ser iluminado como você, em nosso convívio Júlio. Ficaríamos aqui, uma eternidade, falando de você e não daríamos conta da sua magnitude!

Suas frases filosóficas nos levam para uma grande reflexão: "A música é uma coisa muito boa, ela só leva a gente para bons lugares e nos ensina coisas boas", "Eu quero é viver a vida pra vida não me viver"," Nós viemos aqui pra cantar ou pra conversar?"

Parabéns Mestre querido, muita luz e proteção em seu caminho, você é nossa grande Pérola!

Com carinho da Casa Arte Terapia Revelando Pérolas

Dia De


Santo do Dia


Pensamento do Dia


Casos e Causos

ENQUADRADA

Capela do Rio de Engenho

Quem leva o selo semanal do Carrasco é o IPHAN da Bahia. Sem ter o que fazer, o órgão se meteu a embargar a construção do trecho da BA-649 entre Itabuna e Ilhéus, depois de quatro anos de atraso. Em resposta ao questionamento do site Políticos do Sul da Bahia, o controvertido órgão disse que “determinou o embargo das obras, pois elas foram iniciadas sem que houvesse estudo arqueológico na área”. Quanta incompetência e quanto atraso! A duplicação da rodovia que liga Ilhéus a Itabuna começou em dezembro de 2021, com perspectiva de conclusão até 2024, já estando atrasada. O investimento é de R$ 200 milhões e a previsão de entrega agora gira em torno do primeiro semestre de 2026. É impressionante como os órgãos federais atrapalham o desenvolvimento do estado. (Fonte: Coluna O Carrasco, Jornal A Tarde).

Charge do Dia


Priskas Eras

Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Mudança de voto: saiba como transferir seu título de eleitor

 alhos & bugalhos

Jerônimo Rodrigues defende união de forças no combate ao crime


O governador Jerônimo Rodrigues concedeu entrevista ao Jornal da Manhã, na TV Bahia, nesta quarta-feira (5), apresentando um panorama de sua gestão e reafirmando o compromisso com a segurança pública. Apesar das limitações orçamentárias, o chefe do Executivo destacou o esforço contínuo em operações de inteligência e investimentos estratégicos, com foco em resultados sustentáveis e de longo prazo.

Rodrigues ressaltou que a segurança pública não é responsabilidade exclusiva de um único ente federativo. Para ele, o enfrentamento à criminalidade exige um esforço conjunto entre governos estadual, municipal e federal, além da participação ativa do Ministério Público, Defensoria, Tribunal de Justiça, empresários e da sociedade civil. O governador alertou ainda que o tema não deve ser politizado nem explorado com fins eleitorais.

Como exemplo de ação planejada, Jerônimo destacou a Operação Freedom, resultado de um ano de investigação. A iniciativa vai além das prisões, atacando também a estrutura financeira das organizações criminosas, com bloqueio de contas e rastreamento de fluxos ilícitos. Segundo o governador, o crime organizado possui um “andar de cima”, com comando estruturado e atuação em diversos mercados ilegais.

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ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA PARA QUEM GANHA ATÉ R$ 5 MIL É APROVADO PELO SENADO


O Senado aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil mensais e reduz alíquotas para salários de R$ 5.000,01 a R$ 7.350. Para compensar os cofres públicos pela perda de arrecadação, a proposta (PL 1.087/2025) aumenta a taxação de altas rendas, a partir de R$ 600.000 anuais. Votado pelo Plenário com urgência, o texto segue para sanção do presidente Lula.

Após a aprovação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, exaltou a cooperação entre os parlamentares de ambas as Casas e o governo como uma “vitória da boa política”. “Tramitou de forma célere e responsável. Graças a esse esforço conjunto, garantimos que o benefício entre em vigor já em janeiro de 2026 — disse Davi.

Atualmente, a isenção do IR alcança apenas quem ganha até R$ 3.076 (dois salários mínimos). A estimativa é cerca de 25 milhões de trabalhadores sejam beneficiados. Os super-ricos pagarão mais imposto para compensar a isenção dos trabalhadores.

O aumento do tributo afetará apenas quem recebe mais de R$ 50 mil por mês, ou R$ 600 mil por ano, incluindo dividendos. A cobrança será gradual, com alíquota máxima de até 10% sobre os rendimentos. Aqueles que já pagam essa porcentagem ou mais do que isso não serão cobrados.

Pelo texto aprovado hoje, continuarão isentos de Imposto de Renda investimentos financeiros relacionados ao mercado imobiliário e do agronegócio, como letras de crédito e fundos de investimento imobiliário e do agronegócio.

Mudança de voto: saiba como transferir seu título de eleitor

 


Os eleitores que desejam mudar o seu local de votação já pode solicitar a mudança por meio da 
Justiça Eleitoral. O serviço também pode ser feito pela internet para quem já possui o cadastro biométrico.

Caso opte por fazer a solicitação pessoalmente, o eleitor pode comparecer ao Cartório Eleitoral mais próximo de sua casa de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.

 

Saiba quais são os requisitos para fazer a mudança para outro município

  • Residir há, pelo menos, três meses na nova cidade;
  • A emissão do Tìtulo Eleitoral ou a última transferência deve ter ocorrido há mais de um ano (exceto servidor público civil ou militar e seus familiares por motivo de remoção);
  • Estar em dia com a Justiça Eleitoral.

Passo a passo pela internet

  • A pessoa deve tirar uma foto, no formato selfie, em que apareça segurando o documento oficial de identificação ao lado do rosto. Não devem ser utilizados acessórios que dificultem o reconhecimento, como bonés, gorros e óculos.
  • Digitalizar ou fotografar seu documento de identificação oficial com foto, como Carteira de Identidade, CNH ou Carteira de Trabalho;
  • Digitalizar ou fotografar comprovante de residência em nome do eleitor ou de familiar (que comprove o parentesco) datado de, no mínimo, três meses e, no máximo, de um ano.

Após digitalizar a documentação, a pessoa poderá realizar a alteração de local de votação pela internet seguindo os seguintes passos:

  • Acessar o autoatendimento Eleitoral, no site do TSE;
  • Clicar na opção “Título Eleitoral”, “Atualize ou corrija seu título eleitoral” e “Atualize seu endereço”;
  • A pessoa deverá anexar seus documentos digitalizados e, na sequência, informar o endereço do seu novo local de votação;
  • Após completar as etapas, anote o número ou faça um print do protocolo de atendimento;
  • A Justiça Eleitoral irá analisar o pedido. Para acompanhar o andamento da solicitação, a pessoa deve acessar a guia “Acompanhe uma solicitação”.

STF julga denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação em processo

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 14 de novembro o julgamento da denúncia apresentada contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A acusação, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), é de coação em processo.

 

Segundo a PGR, o parlamentar teria atuado para atrapalhar o andamento das investigações sobre a suposta trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai. A denúncia também incluía o blogueiro Paulo Figueiredo, mas o caso dele foi desmembrado e será analisado separadamente.

 

O julgamento ocorrerá no plenário virtual da Primeira Turma do STF e deve se estender até 1º de dezembro. Nesta etapa, os ministros vão decidir apenas se aceitam ou rejeitam a denúncia. Caso seja aceita, será aberta uma ação penal.

 

Na semana passada, a Defensoria Pública da União (DPU), responsável pela defesa de Eduardo Bolsonaro, pediu a rejeição da denúncia, argumentando que não há elementos que justifiquem a ação.

Presidente do STF elogia política de segurança da Bahia na abertura do Mês do Júri

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin, elogiou a política de segurança pública da Bahia durante a abertura do Mês Nacional do Júri, nesta segunda-feira (3) no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

 

“Acompanho de perto o que vem sendo feito aqui no Estado da Bahia, especialmente desse programa (Bahia apela Paz) que aponta para um norte importante e imprescindível, que é a busca da paz”, afirmou o ministro, destacando o papel do Judiciário na garantia do direito de ir e vir com segurança.

 

Fachin enalteceu o programa de valorização das forças de segurança (Plano de Atuação Qualificada de Agentes do Estado - PQUALI) e ressaltou que “segurança pública e direitos humanos são duas faces da mesma moeda”, defendendo o uso proporcional da força legitimada pela lei.

 

O evento contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que reafirmou o compromisso do Estado com uma atuação firme e humana no enfrentamento à violência.


Clara Charf Marighela, centenário de luz e coragem


Frei Betto

Na véspera do dia em que o Brasil comemora o assassinato de Carlos Marighella, tombado em 4 de novembro de 1969 pela ditadura militar, parte Clara, sua companheira de vida e de lutas, aos 100 anos. É como se o tempo, cúmplice do afeto, a tivesse esperado completar o ciclo inteiro – um século de resistência e dignidade – para que, enfim, os dois voltassem a se encontrar além dos riscos e da ausência. Clara viveu a história por dentro, mas sem jamais buscar o palco. Foi testemunha da perseguição, do exílio, da solidão imposta a quem amou – um homem tornado símbolo de insurgência revolucionária.

Enquanto o nome de Marighella era caçado, difamado, proibido, ela guardava o seu com serenidade e firmeza, sustentando a memória e a esperança, tecendo com gestos miúdos a grandeza cotidiana da resistência. Ser mulher de um revolucionário é, muitas vezes, ser silenciada pela narrativa dos heróis. Mas Clara não coube nesse silêncio.

Fez da vida um território de cuidado e, da lembrança, um ato político. No corpo frágil e na voz doce morava uma força que não se media em armas, mas em fidelidade à justiça. Ao longo das décadas, acolheu jovens, militantes, artistas e pesquisadores que buscavam entender o Brasil profundo que Marighella sonhou – e que ela, sem alarde, continuou a cultivar. Sua transvivenciação, na véspera do martírio do companheiro, não é acaso: é gesto poético da história. Dois corpos que o poder tentou separar se reencontram agora no tempo da liberdade infinda. Clara atravessou cem anos de perseguições e esperanças, exílios e terror de Estado, carregando a chama acesa de um país por vir. Seu nome se junta ao de Marighella não como sombra, mas como claridade – porque, graças a Clara, Marighella enfrentou a luta estimulado por uma companheira sensível e lúcida. Hoje o Brasil despede-se dessa mulher que não empunhou fuzis, mas manteve viva a chama que ilumina utopias.

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Persona do Dia


A Diva Maria Bethânia 

Dia De


Santo do Dia


Pensamento do Dia


Casos e Causos

Barão de Itararé: a vida trágica e o humor anárquico de um ícone do jornalismo

 


Na manhã de 19 de outubro de 1934, o jornalista gaúcho Apparício Torelly (1895-1971) saía de casa em Copacabana, no número 188 da rua Saint-Romain, rumo ao Centro, onde trabalhava, quando seu carro, um Chrysler, foi interceptado por dois veículos. Cinco homens, alguns deles armados, sequestraram o editor do Jornal do Povo.

"Tem família?", perguntou um dos sequestradores, já com os carros batendo em retirada. "Isso não vem ao caso", respondeu o sequestrado. "Nem é da conta dos senhores". "Escreva despedindo-se", continuou o sujeito. "É um favor que lhe prestamos". "Dispenso-o", retrucou a vítima.

Logo, Torelly descobriu que os homens que se diziam policiais eram, na verdade, oficiais da Marinha. Estavam indignados com a publicação de um folhetim sobre a Revolta da Chibata, liderada pelo marinheiro João Cândido (1880-1969), o Almirante Negro. Como Torelly se recusou a suspender a publicação, que denunciava os maus-tratos na Marinha, foi espancado.

Os sequestradores cortaram seus cabelos, furaram os pneus de seu carro e o abandonaram, quase nu, num local deserto. Na tarde daquele mesmo dia, uma sexta-feira, depois de voltar para a redação, Torelly pendurou, na porta de sua sala, uma placa com os dizeres: "Entre sem bater".

Charge do Dia


Priskas Eras

Antiga subida para a Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus
Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias).
 “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Presidente do STF elogia política de segurança da Bahia na abertura do Mês do Júri

 alhos & bugalhos

Mudança de voto: saiba como transferir seu título de eleitor


Os eleitores que desejam mudar o seu local de votação já pode solicitar a mudança por meio da Justiça Eleitoral. O serviço também pode ser feito pela internet para quem já possui o cadastro biométrico.

Caso opte por fazer a solicitação pessoalmente, o eleitor pode comparecer ao Cartório Eleitoral mais próximo de sua casa de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.

 

Saiba quais são os requisitos para fazer a mudança para outro município

  • Residir há, pelo menos, três meses na nova cidade;
  • A emissão do Tìtulo Eleitoral ou a última transferência deve ter ocorrido há mais de um ano (exceto servidor público civil ou militar e seus familiares por motivo de remoção);
  • Estar em dia com a Justiça Eleitoral.

Passo a passo pela internet

  • A pessoa deve tirar uma foto, no formato selfie, em que apareça segurando o documento oficial de identificação ao lado do rosto. Não devem ser utilizados acessórios que dificultem o reconhecimento, como bonés, gorros e óculos.
  • Digitalizar ou fotografar seu documento de identificação oficial com foto, como Carteira de Identidade, CNH ou Carteira de Trabalho;
  • Digitalizar ou fotografar comprovante de residência em nome do eleitor ou de familiar (que comprove o parentesco) datado de, no mínimo, três meses e, no máximo, de um ano.

Após digitalizar a documentação, a pessoa poderá realizar a alteração de local de votação pela internet seguindo os seguintes passos:

  • Acessar o autoatendimento Eleitoral, no site do TSE;
  • Clicar na opção “Título Eleitoral”, “Atualize ou corrija seu título eleitoral” e “Atualize seu endereço”;
  • A pessoa deverá anexar seus documentos digitalizados e, na sequência, informar o endereço do seu novo local de votação;
  • Após completar as etapas, anote o número ou faça um print do protocolo de atendimento;
  • A Justiça Eleitoral irá analisar o pedido. Para acompanhar o andamento da solicitação, a pessoa deve acessar a guia “Acompanhe uma solicitação”.

Brasil é destaque no Salon du Chocolat com cacau de alta qualidade


País homenageado na 30.ª edição do maior evento de chocolate do mundo reforça o protagonismo do cacau sustentável do Pará e da Bahia, maiores produtores nacionais

O Salon du Chocolat de Paris, um dos eventos mais prestigiados do mundo dedicados ao chocolate, abriu nesta quarta-feira (29) a sua 30ª edição com o Brasil como país homenageado. A inauguração do Pavilhão Brasil, no Parque de Exposições de Porte de Versailles, consolidou o cacau brasileiro no cenário internacional, com destaque para o Pará e a Bahia, estados que simbolizam a cacauicultura nacional.

A cerimônia de abertura reuniu autoridades políticas, representantes institucionais e produtores de diferentes regiões do país, num momento que reforçou a união em torno da sustentabilidade, da qualidade e da valorização do chocolate bean to bar brasileiro.

“Ver o país ser homenageado hoje no Salon du Chocolat, com o maior estande da sua história, é a prova de quanto evoluímos. É um reconhecimento ao trabalho de centenas de produtores e empreendedores que acreditaram no cacau brasileiro e transformaram o nosso produto em símbolo de qualidade, sustentabilidade e identidade nacional. Em 2009, nenhuma embalagem de chocolate produzida no Brasil trazia, na sua face principal, a imagem ou o percentual de cacau”, explica Marco Lessa, CEO da MVU Empreendimentos e organizador da missão brasileira.

Desde então, o movimento Pró-Cacau mobilizou produtores, instituições e marcas, impulsionando uma mudança profunda no setor e permitindo que o país se apresentasse na vitrine global com identidade, rastreabilidade e qualidade reconhecida.

A Bahia, berço histórico da cacauicultura brasileira, também celebrou o reconhecimento.

“Foi com o cacau trazido da Amazônia e implantado no sul da Bahia que o Brasil se tornou referência mundial na produção dessa fruta”, lembrou o vice-governador baiano, Geraldo Júnior, ressaltando que foi da Bahia que o cacau migrou para a África.

Para ele, a homenagem ao Brasil no Salon du Chocolat é também um tributo ao esforço conjunto de produtores paraenses e baianos, que consolidam o país como referência em cacau de origem e chocolate de qualidade.

“A Bahia abriu esta porta, e estamos aqui, juntos, consolidando essa parceria entre os estados produtores”, completou o secretário-adjunto da Sedap, Francisco Neto.

O Pará, um dos líderes nacionais na produção de cacau, destacou-se pela defesa do equilíbrio entre produção e preservação ambiental.

“Precisamos continuar produzindo, mas com responsabilidade e sustentabilidade. A cultura do cacau na Amazônia mostra que é possível gerar desenvolvimento preservando a floresta”, afirmou o secretário-adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do estado, durante o evento.

A delegação paraense levou a Paris oito produtores de municípios como Medicilândia, Uruará, Rurópolis, Pacajá, Novo Repartimento, Castanhal e São Francisco do Pará, reforçando a diversidade da produção local. O representante do governo do Pará também destacou a importância da cooperação entre os estados produtores e convidou o público internacional a conhecer o trabalho do estado durante a COP30, em Belém.

Do Brasil para o mundo

A dimensão da presença brasileira no evento vai além do aspecto comercial.

“Exportar vai muito além do comércio. É levar ao mundo a verdade e a cultura brasileira, a inteligência e a criatividade do nosso país”, afirmou Caio Renault, ministro da Embaixada do Brasil na França, emocionado durante a cerimônia.

Representando a ApexBrasil, André Queiroz destacou o papel das empresas participantes e o valor da sustentabilidade como marca do novo momento do cacau nacional. “Esta feira é a oportunidade de revelar à Europa toda a sustentabilidade, o talento e a alegria brasileiros que vocês representam”, afirmou.

A participação do Brasil no Salon du Chocolat 2025 simboliza três décadas de evolução na forma como o país produz, comunica e exporta o seu cacau. Da floresta amazônica à costa cacaueira da Bahia, o setor se apresenta hoje como um exemplo de integração entre tradição, inovação e sustentabilidade.

STF julga denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação em processo

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 14 de novembro o julgamento da denúncia apresentada contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A acusação, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), é de coação em processo.

 

Segundo a PGR, o parlamentar teria atuado para atrapalhar o andamento das investigações sobre a suposta trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai. A denúncia também incluía o blogueiro Paulo Figueiredo, mas o caso dele foi desmembrado e será analisado separadamente.

 

O julgamento ocorrerá no plenário virtual da Primeira Turma do STF e deve se estender até 1º de dezembro. Nesta etapa, os ministros vão decidir apenas se aceitam ou rejeitam a denúncia. Caso seja aceita, será aberta uma ação penal.

 

Na semana passada, a Defensoria Pública da União (DPU), responsável pela defesa de Eduardo Bolsonaro, pediu a rejeição da denúncia, argumentando que não há elementos que justifiquem a ação.

Presidente do STF elogia política de segurança da Bahia na abertura do Mês do Júri

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin, elogiou a política de segurança pública da Bahia durante a abertura do Mês Nacional do Júri, nesta segunda-feira (3) no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

 

“Acompanho de perto o que vem sendo feito aqui no Estado da Bahia, especialmente desse programa (Bahia apela Paz) que aponta para um norte importante e imprescindível, que é a busca da paz”, afirmou o ministro, destacando o papel do Judiciário na garantia do direito de ir e vir com segurança.

 

Fachin enalteceu o programa de valorização das forças de segurança (Plano de Atuação Qualificada de Agentes do Estado - PQUALI) e ressaltou que “segurança pública e direitos humanos são duas faces da mesma moeda”, defendendo o uso proporcional da força legitimada pela lei.

 

O evento contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que reafirmou o compromisso do Estado com uma atuação firme e humana no enfrentamento à violência.


Clara Charf Marighela, centenário de luz e coragem


Frei Betto

Na véspera do dia em que o Brasil comemora o assassinato de Carlos Marighella, tombado em 4 de novembro de 1969 pela ditadura militar, parte Clara, sua companheira de vida e de lutas, aos 100 anos. É como se o tempo, cúmplice do afeto, a tivesse esperado completar o ciclo inteiro – um século de resistência e dignidade – para que, enfim, os dois voltassem a se encontrar além dos riscos e da ausência. Clara viveu a história por dentro, mas sem jamais buscar o palco. Foi testemunha da perseguição, do exílio, da solidão imposta a quem amou – um homem tornado símbolo de insurgência revolucionária.

Enquanto o nome de Marighella era caçado, difamado, proibido, ela guardava o seu com serenidade e firmeza, sustentando a memória e a esperança, tecendo com gestos miúdos a grandeza cotidiana da resistência. Ser mulher de um revolucionário é, muitas vezes, ser silenciada pela narrativa dos heróis. Mas Clara não coube nesse silêncio.

Fez da vida um território de cuidado e, da lembrança, um ato político. No corpo frágil e na voz doce morava uma força que não se media em armas, mas em fidelidade à justiça. Ao longo das décadas, acolheu jovens, militantes, artistas e pesquisadores que buscavam entender o Brasil profundo que Marighella sonhou – e que ela, sem alarde, continuou a cultivar. Sua transvivenciação, na véspera do martírio do companheiro, não é acaso: é gesto poético da história. Dois corpos que o poder tentou separar se reencontram agora no tempo da liberdade infinda. Clara atravessou cem anos de perseguições e esperanças, exílios e terror de Estado, carregando a chama acesa de um país por vir. Seu nome se junta ao de Marighella não como sombra, mas como claridade – porque, graças a Clara, Marighella enfrentou a luta estimulado por uma companheira sensível e lúcida. Hoje o Brasil despede-se dessa mulher que não empunhou fuzis, mas manteve viva a chama que ilumina utopias.

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Casos e Causos

Em Sergipe


Galdino Leite, o bom amigo que nos deixou na noite de 25 de dezembro de 2018 após desejar feliz Natal para amigos e familiares, era sergipano que sempre voltava à terra natal e de lá trazia boas histórias e estórias.

Contava ele que Augusto Franco, ex-governador, deputado federal e senador, pai do também ex-governador Albano Franco, era o senhor absoluto das terras sergipanas a partir de 1950.

Botou a Usina São Gonçalo, em São Cristovão, no topo, depois fez melhor com Usina São José do Pinheiro, em Laranjeiras, criou e disseminou o Refresco Guararapes, a Premissa, primeira mineradora lá, e era dono de vastíssimas extensões de terras.

É uma lenda da história sergipana, até hoje reverenciada. Galdino contava que por lá contavam que lá um dia Augusto, no Rio de Janeiro, foi abordado por um empresário.

– O senhor é de Sergipe?

E ele, de bate pronto:

– Não, meu filho. Sergipe é que é meu.


Charge do Dia


Priskas Eras

Clube da Esquina (Destaque: JK)

Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias).
 “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”