Legislativo itajuipense apresenta projeto de lei que prioriza atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA
O Legislativo itajuipense deu inicio a tramitação do PROJETO DE LEI Nº. 11 Que prioriza o atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA, em estabelecimentos públicos e privados, no Município de Itajuípe, e dá outras providências.
No Art. 1° - Fica estabelecido no Município de Itajuípe o atendimento prioritário em estabelecimentos públicos e privados às pessoas com Transtorno do Espectro Autista - TEA, conhecido também como autismos.
Para as finalidades da Lei, são considerados estabelecimentos privados os supermercados, os bancos, as farmácias, os bares, os restaurantes, as lojas comerciais, instituições de ensino, hospitais e simulares. Art. 2º - Os estabelecimentos públicos e privados deverão incluir nas placas de atendimento prioritário o símbolo mundial da conscientização do Transtorno do Espectro Autista – TEA. Parágrafo único. Onde houver placa de atendimento prioritário somente com o nome ao invés do símbolo, será incluído também o nome “Autista”.
O Projeto de Lei é de autoria do edil Gean Silva que justifica a apresentação do projeto respeitando a Legislação que rege a necessidade de criar condições para que os autistas tenham uma atenção prioritária e respeitosa e que os direitos sejam respeitados.
Gean silva, também argumenta que o projeto se faz necessário devido às peculiaridades deste transtorno global do desenvolvimento, o qual é caracterizado pela dificuldade em comunicação, interação social e comportamento, além disso, busca conscientizar a população acerca da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, instituída pela Lei Federal nº 12.764/2012, que em seu Art. 1º, parágrafo 2º, estabelece que os portadores do referido transtorno são considerados pessoas com deficiência para todos os efeitos legais. O projeto foi despachado para as Comissões de Legislação + Finanças + Saúde + Direitos Humanos na sessão ordinária realizada no último dia 13 e será votado em 1º Discussão na sessão ordinária que será realizada no próximo dia 27 do corrente mês.
Legislativo itajuipense concede Moção de Aplauso a Professora Fabrícia dos Santos Dantas, por sua dissertação, sobre “A Força das Mulheres Itajuipenses.
Os edis Joacy Caires e Josélia Ribeiro apresentou na sessão ordinária realizada no ultimo dia 13, Moção de Aplauso a Professora Fabrícia dos Santos Dantas, pela sua dissertação que destacou “A Força das Mulheres Itajuipenses”. A discente do mestrado em educação da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) Fabrícia dos Santos Dantas, defendeu sua dissertação no último dia 24 de março. Orientanda do prof. Dr. Marcelo Gomes da Silva, a sua pesquisa de mestrado intitulada: MAIS QUE POESIAS: A trajetória política-educacional e intelectual de Maria Ângela Ramos Bezerra, Inspirada pela trajetória da professora e escritora, que residiu em Itajuípe desde a década de 50 até 2012, ano de seu falecimento. Fabrícia é natural de Itajuípe, Pedagoga, pós-graduada em educação científica e cidadania e gestão e organização escolar. Atualmente reside e integra a gestão escolar de uma escola pública no município de Ilhéus-Ba. Ela destaca que: “Como toda trajetória de formação docente é caracterizada por diferentes e vários acontecimentos, podemos dizer que a formação de Maria Ângela Ramos Bezerra como professora se materializa na teia do seu percurso. As suas experiências, que não ficaram restritas ao espaço escolar, uma vez que se fez presente em outros âmbitos, garantiram-lhe a apropriação de um importante conhecimento políticoeducacional, o que lhe conferiu autoridade e reconhecimento na sociedade de Itajuípe. Com base nos estudos realizados até aqui, podemos dizer que alguns traços da trajetória da professora revelam que sua atuação em diferentes âmbitos sociais se deu de acordo com suas possibilidades e, sobretudo, por meio da coletividade, por ações inseridas em uma gama de conhecimentos que se interpõem com a vida e na relação com as outras pessoas e com o mundo. A partir desta pesquisa, foi possível verificar sua atuação político-educacional como sujeito social, intelectual e professora não-branca e consciente do valor de sua história e de suas origens, junto a todo o nosso conhecimento adquirido até o momento, levou-nos à compreensão de que para atuarmos efetivamente da docência precisamos considerar tanto nossa função individual como aquela inserida em uma coletividade, enfim, compreendemos que nossas ações reverberam em vidas alheias e por isso temos responsabilidades em relação aos outros, à sociedade na qual vivemos. Tratar sobre a trajetória de uma intelectual como a Maria Ângela foi algo extremamente significativo no meu percurso acadêmico, pessoal e profissional. Esta pesquisa é dedicada a cidade de Itajuípe, e aos profissionais da educação da região baiana. O produto desta pesquisa é um presente para Itajuípe, que brevemente poderá ser utilizado pela rede educacional”. A lida com a pesquisa de cunho documental foi o principal desafio. O trato com a documentação desde o meu encontro com o acervo pessoal da Maria Ângela até chegar à análise. O meu lugar de fala enquanto uma mulher negra, professora, também oriunda de classe baixa foi um fator que influenciou significativamente para lidar com a responsabilidade que é realizar uma pesquisa no campo da história da educação. O respeito com a história da Maria Ângela que merece ser propagada sempre foi um fator crucial o qual nos revela hoje uma pesquisa séria, relevante e que traz uma contribuição para a sociedade Itajuipense, oferecendo mais uma fonte documental que trata não só sobre a história da Maria Ângela, mas sobre o processo da constituição da profissão docente na Bahia, um importante debate sobre gênero e raça na docência, bem como um olhar para a construção da intelectualidade. Mestranda em Educação na linha de Políticas educacionais e gestão escolar, pela Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC, Pós graduada em Gestão e Organização da escola, pela Unopar, Pós graduada em Educação científica e cidadania, pelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia - IF Baiano, Pedagoga pela Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC (2015 a 2018), membro do Grupo de Pesquisa em Política e História da Educação - GRUPPHED/UESC.
Município baiano é acionado após irregularidades no Portal Transparência
O Ministério Público estadual, por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Serrinha, na Região Sisaleira a 178 km de Salvador, ajuizou uma ação civil pública contra o Município para que o Portal da Transparência seja atualizado nos moldes da Lei Complementar nº 101/2000 e das disposições da Lei 12.527/2011.
O objetivo da ação é que o Município seja obrigado a disponibilizar no PPA (Portal o Plano Plurianual), a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e LOA (Lei Orçamentária Anual) atualizados (2018-2022), bem como melhorar a instrumentalização do portal para que os relatórios de gestão fiscal e execução orçamentária sejam de fácil acesso ao cidadão.
Segundo a ação, o Portal apresenta irregularidades, no mínimo, desde 2016. Desde então, para sanar as incongruências, o MP realizou reuniões e até oficiou a Prefeitura, mas o Portal apresenta falhas como falta de atualização dos atos administrativos e ausência de editais na aba “licitações”. Na ação, a Promotoria também pediu à Justiça que o Município seja obrigado a disponibilizar detalhamento e encargos de pessoal e dados relativos a contratos e convênios atualizados, além de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em tempo real. Fonte: Ascom MP/BA
Com iniciativa educacional dentro dos presídios, 29 presos do Conjunto Penal de Itabuna foram aprovados na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Dos 845 internos, 535 estão matriculados na escola regular e entraram na universidade através do Enem PPL 2022 (Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade). “Todas as unidades prisionais de Itabuna têm um anexo do colégio estadual e municipal com aproximadamente 535 alunos matriculados com aulas de segunda a sexta nos dois turnos”, explica ao Metro1 Yuri Damasceno, gerente administrativo da Socializa, empresa que administra o presídio em regime de cogestão. Por Rede Brasil de Notícias
Telegram pode ser suspenso no Brasil
A Polícia Federal solicitou à Justiça Federal do Espírito Santo que o aplicativo de mensagens Telegram forneça informações sobre grupos e pessoas suspeitas de planejar ataques em escolas.
Caso se recuse a cooperar, o Telegram poderá ter suas atividades suspensas no Brasil. A decisão foi deferida em 19 de abril, e o aplicativo foi notificado para fornecer os dados dentro de 24 horas.
Se não cumprir o prazo, as operadoras de telefonia serão notificadas da suspensão das atividades do aplicativo no país. Até o momento, não houve manifestação do Telegram sobre a exigência judicial.
Balanço de violência nas escolas
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, divulgou nesta quarta-feira, 19 de abril, um relatório sobre as ações do governo para prevenir a violência nas escolas nos últimos dez dias. Confira outros números apresentados:
·225 pessoas presas, ou apreendidas, em casos relacionados a planos ou ações de violência no ambiente escolar
·1.224 casos estão sob investigação em núcleos policiais em todo o país
·694 adolescentes e suspeitos foram intimados a prestar depoimento
·155 operações de busca e apreensão realizadas
·1.595 boletins de ocorrência foram registrados em unidades policiais
·756 perfis foram removidos ou suspensos por plataformas como Twitter e TikTok
·7.473 denúncias recebidas no canal exclusivo do Ministério, o Escola Segura.
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A FORÇA
DAS MULHERES ITAJUIPENSES: FABRÍCIA DOS SANTOS DANTAS DEFENDE DISSERTAÇÃO DE
MESTRADO EM EDUCAÇÃO NESTA SEXTA-FEIRA (24.03)
Inspirada pela trajetória da professora e escritora Maria
Ângela Ramos Bezerra, que residiu em Itajuípe desde a década de 50 até 2012,
ano de seu falecimento, a discente do mestrado em educação da Universidade
Estadual de Santa Cruz (UESC) Fabrìcia dos Santos Dantas, orientanda do prof.
Dr. Marcelo Gomes da Silva, defenderá nesta sexta-feira (24), a sua pesquisa de
mestrado intitulada: MAIS QUE POESIAS: A trajetória política-educacional e
intelectual de Maria Ângela Ramos Bezerra. Fabrìcia é natural de Itajuípe, Sul
da Bahia. Pedagoga, pós graduada em educação científica e cidadania e gestão e
organização escolar. Atualmente reside e integra a gestão escolar de uma escola
pública no município de Ilhéus-Ba.
O convite se estende a toda população Itajuipense, em especial
aos profissionais da rede de educação, família, amigos e ex-alunos da
professora Maria Ângela. A apresentação será no formato on-line e poderá ser
acessada pelo linkmeet.google.com/rze-qaru-vpj
Fabrícia destaca que :
“Como toda trajetória de formação docente é caracterizada por diferentes e
vários acontecimentos, podemos dizer que a formação de Maria Ângela Ramos
Bezerra como professora se materializa na teia do seu percurso. As suas
experiências, que não ficaram restritas ao espaço escolar, uma vez que se fez
presente em outros âmbitos, garantiram-lhe a apropriação de um importante
conhecimento político-educacional, o que lhe conferiu autoridade e
reconhecimento na sociedade de Itajuípe. Com base nos estudos realizados até
aqui, podemos dizer que alguns traços da trajetória da professora revelam que
sua atuação em diferentes âmbitos sociais se deu de acordo com suas
possibilidade e, sobretudo, por meio da coletividade, por ações inseridas em
uma gama de conhecimentos que se interpõem com a vida e na relação com as
outras pessoas e com o mundo. A partir desta pesquisa, foi possível verificar
sua atuação político-educacional como sujeito social, intelectual e professora
não-branca e consciente do valor de sua história e de suas origens , junto a todo
o nosso conhecimento adquirido até o momento, levou-nos à compreensão de que
para atuarmos efetivamente da docência precisamos considerar tanto nossa função
individual como aquela inserida em uma coletividade, enfim, compreendemos que
nossas ações reverberam em vidas alheias e por isso temos responsabilidades em
relação aos outros, à sociedade na qual vivemos.
Tratar sobre a trajetória de uma intelectual como a Maria
Ângela foi algo extremamente significativo no meu percurso acadêmico, pessoal e
profissional. Esta pesquisa é dedicada a cidade de Itajuípe, e aos
profissionais da educação da região baiana. O produto desta pesquisa é um
presente para Itajuípe, que brevemente poderá ser utilizado pela rede
educacional”.
A lida com a pesquisa de cunho documental foi o principal
desafio . O trato com a documentação desde o meu encontro com o acervo pessoal
da Maria Ângela até chegar a análise. O meu lugar de fala enquanto uma mulher
negra, professora, também oriunda de classe baixa foi um fator que influenciou
significativamente para lidar com a responsabilidade que é realizar uma
pesquisa no campo da história da educação. O respeito com a história da Maria
Ângela que merece ser propagada sempre foi um fator crucial o qual nos revela
hoje uma pesquisa séria, relevante e que traz uma contribuição para a sociedade
itajuipense , oferecendo mais uma fonte documental que trata não só sobre a
história da Maria Ângela,mas sobre o
processo da constituição da profissão docente na Bahia, um importante debate
sobre gênero e raça na docência, bem como um olhar para a construção da
intelectualidade.
Mestranda em Educação na linha de Políticas educacionais e
gestão escolar, pela Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC , Pós graduada
em Gestão e Organização da escola, pela Unopar / , Pós
graduada em Educação científica e cidadania, pelo Instituto Federal de Educação
Ciência e
Tecnologia - IF Baiano , Pedagoga pela Universidade Estadual
de Santa Cruz- UESC (2015 a 2018), membro do Grupo de Pesquisa em Política e
História da Educação -
GRUPPHED/UESC. Professora formadora, atualmente integra a
gestão escolar de uma escola pública em Ilhéus. Natural de Itajuipe, residiu no
bairro de pitangueiras até os seus 28 anos de idade.
Itajuípe perde 396 habitantes na estimativa do Censo 2022
O município de Itajuípe está perdendo 396 habitantes com a estimativa do censo 2022, que está sendo realizado pelo IBGE. Com estimativa de 2021, Itajuípe tinha 20.309 habitantes, devidamente atualizado, enquanto o resultado preliminar deu 19.913, o que da uma queda de 396 pessoas.
O IBGE divulgou o resultado preliminar do censo 2022, levantado até o dia 5 de dezembro e desagradou ainda mais os municípios brasileiros que contestam os dados.
Os dirigente do IBGE informaram ter recenseado 81% da população; e que no ultimo dia 26 os dados foram encaminhados ao Tribunal de Contas da União (TCU), que a partir desses dados define a cota do fundo de participação dos municípios (FPM).
Na zona denominada Z 4, os números ficaram assim estimado pelo Censo 2022:
Almadina 5.195
Barro Preto 5.820
Coaraci 19.913
Itapitanga 10.320
Uruçuca 21.365
Eleição para Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itajuípe terá chapa única
O Edil Crispim “Klisman da ambulância”Bento Nunes (PCdoB) encabeça a chapa única, que disputará a presidência do Legislativo Itajuipense, para o Biênio 2023/2024, em Sessão especial que acontecerá nesta quinta-feira (29/12), às 09h, no plenário Acácio Almeida.
Também comporão a chapa única os Edis: Gean Márcio de Souza Silva (PODEMOS), Fábio José Almeida Santos (PP), Edmilson Borges do Nascimento (PODEMOS) e Joacy Caires dos Santos (PSD), que concorrerão aos cargos de 1º Vice-presidente, 2º Vice-presidente, 1º Secretário e 2º Secretário, respectivamente.
As comissões permanentes para o mesmo período também serão definidas em conformidade com o Regimento Interno do Legislativo.
O prazo para o registro das inscrições de chapas participantes da nova disputa foi encerrado no final do expediente do dia 26 do corrente mês.
Atualmente a presidência é exercida pela Edil Lusiane Maia de Souza (PSD), que encerará o seu mandato no dia 31 de dezembro.
Governo da Bahia antecipa repasse de R$ 318 mi do ICMS para prefeituras e avalia responsabilizar Chesf
O governo do estado decidiu antecipar ara esta quinta-feira (29) o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as prefeituras. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (28), durante duas reuniões, na Governadoria, entre o governador eleito, Jerônimo Rodrigues (PT), o governador em exercício, Adolfo Menezes (PSD), e secretários.
Também será aberta uma linha de crédito, no valor de R$ 100 milhões, através da Desenbahia, para o financiamento destinado a empresários que tiveram seus negócios prejudicados pelas chuvas. O Governo do Estado avalia, ainda. responsabilizar a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) pelos danos causados em Jequié e região.
Participaram das reuniões o chefe de gabinete da equipe de transição, Adolpho Loyola, o secretário da Casa Civil, Carlos Mello, a secretária da Saúde, Adélia Pinheiro, o líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rosenberg Pinto (PT), outros técnicos e, virtualmente, o superintendente da Defesa Civil do Estado, coronel-bombeiro Carlos Miguel Filho, e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, coronel Adson Marchesine.
Jerônimo Rodrigues destacou o pagamento antecipado do imposto e o financiamento para comerciantes e prestadores de serviço: “o Estado está pagando, antecipadamente, nesta quinta-feira (29), o ICMS, que já será uma ajuda importante na dinamização econômica para todos os municípios, não apenas os atingidos pela enchente. Serão depositados R$ 318 milhões nas contas das prefeituras. O Estado continuará aliado às prefeituras na pós-enchente para cuidar do povo da nossa Bahia”.
Adolfo Menezes informou que, na terça-feira (27), foi enviado para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) um projeto de lei para liberação de R$ 100 milhões para os pequenos e médios comerciantes.
Outro assunto tratado durante as reuniões foi a possível responsabilização da Chesf pela inundação provocada em Jequié e municípios da região com o aumento da vazão da Barragem de Pedra, na Bacia do Rio de Contas. Uma das hipóteses é a de que esta ação tenha contribuído com as inundações. “Nós já determinamos que a PGE [Procuradoria Geral do Estado] procure meios legais, estudando a forma para que a Chesf possa responder pelo que está acontecendo nesses últimos períodos de chuvas, porque nós entendemos que é preciso uma maior responsabilidade sobre a gestão das águas da Barragem da Pedra”, afirmou Jeronimo. Do: bahianoticias
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O deputado estadual e líder do governador Rui Costa no Legislativo baiano, Rosemberg Pinto (PT) foi diplomado, nesta sexta-feira (16), para o quarto mandato. A solenidade, que conclamou os 90.769 votos, ocorreu no Teatro Castro Alves, em Salvador.
Também foram diplomados o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o vice-governador Geraldo Júnior (MDB), o senador Otto Alencar (PSD) e as suplentes Terence Lessa (PT) e Hildinha Menezes (PSD), primeiro e segunda, respectivamente, além dos 39 deputados federais e os outros 62 estaduais.
“Sou grato e comprometido para fazer valer os 90.769 atos de confiança, que são estendidos a toda Bahia, sobretudo, em um momento histórico, em que haverá uma mudança, totalmente positiva, para o povo brasileiro, com o retorno do presidente Lula e a vitória da democracia, que foi tão ameaçada neste pleito recente”, agradeceu.
O parlamentar elogiou a escolha popular pela manutenção do PT à frente da Bahia e avalia que Jerônimo terá melhores condições de governabilidade com o apoio de Lula. “Já na Bahia, nós do PT e partidos aliados fizemos bem o dever de casa. Testados, aprovados pela quinta vez, de Jaques Wagner, com dois mandatos, passando por Rui Costa, que repete o feito, e, agora, Jerônimo chega com o apoio do Governo Federal, que ainda tem primeiro escalão de Lula os, também, baianos, já confirmados, nos ministérios Rui Costa, Casa Civil e Margareth Menezes, Cultura”, cravou.
MPF denuncia 11 pessoas por desvios de dinheiro da educação em cidade baiana
Prefeito, agentes públicos e empresários são acusados de crimes como organização criminosa, lavagem e desvio de dinheiro público
O MPF (Ministério Público Federal) apresentou denúncia contra onze pessoas, entre prefeito, agentes públicos e empresários, investigados por desvio de recursos públicos da educação em Ribeirão do Largo, no Sudoeste baiano a 609 km de Salvador. O esquema foi inicialmente investigado na Operação Lateronis, iniciada em 2013, que apontou a ocorrência de fraudes a licitações, por meio da criação de empresas de fachada e direcionamento de contratos para empresas previamente escolhidas pelo grupo criminoso.
A denúncia oferecida pelo MPF abrange ilícitos ocorridos entre 2013 e 2015, além de crimes licitatórios de desvio de dinheiro público e lavagem de capitais cometidos entre os anos de 2010 e 2017. A acusação elenca nove contratos com indícios de irregularidades, cuja soma dos valores ultrapassa R$ 2,4 milhões. A cidade teve arrecadação, em 2021, de R$ 30.485.187,10 sendo apenas R$ 942.491,36 de receita própria.
Segundo as investigações, a organização criminosa fraudava o caráter competitivo das licitações para aquisição de merenda escolar e contratação de serviços de transporte escolar, com recursos oriundos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e do Pnate (Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar), fato já denunciado no ano de 2017 e com condenação criminal.
As contratações se davam de maneira direta, por dispensa ou inexigibilidade de licitação, em casos fora das hipóteses previstas em lei. Parte dos recursos chegou a ser utilizada para contratação de bandas musicais e estrutura de apoio para festividades.
O grupo valia-se de empresas de fachada registradas em nome de “laranjas”, que não possuíam, na prática, a estrutura mínima para execução do serviço pactuado, e seus administradores repassavam parte dos pagamentos recebidos em contratos superfaturados para os agentes públicos da organização criminosa.
O esquema fraudulento foi desvendado com análises de dados de movimentação bancária e fiscal dos agentes e empresas envolvidas, que identificaram transações irregulares tendo por objetivo o desvio de recursos e a lavagem de dinheiro. Também foram realizadas análises de documentos públicos e oitivas de peças-chave do esquema, além de diligências que comprovaram a incapacidade econômica e operacional das empresas para cumprir com os objetos contratados.
O MPF pede a condenação dos investigados, na medida de suas participações, pelos crimes de fraude em licitação, contratação direta ilegal, desvio de verbas públicas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de R$ 2 milhões a título de reparação pelos danos causados. Cabe agora ao TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) analisar o caso e decidir se aceita a denúncia. O órgão ministerial solicitou, ainda, o levantamento do sigilo da peça. - IP n.º 1023049-87.2020.4.01.0000 - Fonte: Ascom MPF/BA
Conta de luz vai subir até 36% com “herança” e aumento de custos
Mesmo com a aprovação de medidas para segurar os aumentos na conta de luz, os reajustes tarifários de energia homologados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nas últimas semanas superaram de forma significativa os do mesmo período do ano passado, com aumentos de até 36%. Os porcentuais foram empurrados para cima por uma combinação de fatores, que vão desde custos financeiros “herdados” do ano passado ao aumento de preços de energia e encargos.
Dos 26 processos analisados de julho a dezembro de 2021, dez resultaram em aumentos de dois dígitos, sendo o maior deles de 16,45%, da Enel Goiás. Neste ano, 16 reajustes alcançaram os dois dígitos, dos quais dez ficaram acima de 20%.
O maior efeito médio para os consumidores foi o da Equatorial Amapá, cujo reajuste médio de 36,08% foi aprovado na última terça-feira, 13, pela diretoria da agência reguladora. Segundo a área técnica da agência, a alta é atribuída principalmente à CVA Energia (conta de compensação da variação dos custos de aquisição de energia e outros itens da parcela A), com um efeito médio de 14,14%, e a retirada do diferimento financeiro de 2021.
O diretor de Regulação da TR Soluções, Helder Sousa, afirma que o diferimento do ano passado evitou um aumento de 21,5% para a concessionária. A alta então homologada pela Aneel foi de 4,8%. “Assim, para o evento agora de 2022 a retirada deste financeiro negativo impacta na percepção de aumento de custo para o consumidor de mesma intensidade”, disse Sousa.
Segundo ele, o aumento deste ano poderia ser ainda maior se não tivesse sido concedido o empréstimo da Conta Escassez Hídrica, socorro financeiro aprovado no ano passado para as distribuidoras cobrirem o forte impacto do aumento de custos com despachos termoelétricos (quando o operador do sistema determina que uma térmica gere energia elétrica).
Segundo Sousa, as tarifas da Equatorial Amapá – então CEA – só não subiram mais nos últimos anos em função de uma compensação financeira.
Inflação não mede
A maior parte dos reajustes tarifários mais expressivos não deve ser capturada pela inflação medida pelo IPCA deste ano, uma vez que foram aplicados a distribuidoras que atendem regiões metropolitanas que não compõem o subitem energia elétrica residencial medido pelo índice do IBGE.
Parlamentares acionaram a Justiça para barrar a cobrança de reajuste médio de 36,08% nas tarifas de energia da Equatorial Amapá (antiga CEA), que atende cerca de 120 mil unidades consumidoras no Estado. Na ação popular protocolada na Justiça Federal do Amapá, os parlamentares classificaram o aumento como “abusivo e desproporcional”. (COLABOROU LUCIANA COLLET) - As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
TPriskas Eras
Pensamento do Dia
Charge do Dia
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Nunca mais a elegância do delegado
Moisés Bernardino
Nunca mais a vidraçaria de Irineu
Nunca mais a voz sonora de Bucharel
Nunca mais o som mavioso da Voz de
Itajuípe (Clóvis Pereira)
Nunca mais as camisas Guararapes e as
roupas intimas Demillus, da loja de seo Ivo
Nunca mais o picolé de Derneval e os
sorvetes de Marcelino Sorveteiro
Nunca mais os selos fazendários, da
cachaça Boca Negra, de Jose Adry usados para burlar as entradas para a geral no
cinema Larocca
Nunca mais o sarapatel de Vitória, na
antiga feira livre
Nunca mais os bailes do Esporte Clube
Bahia, ao som de Os Brasas
Nunca mais a “Noite da Cigana” na
Escola Polivalente, ao som de Os Brasas,
Joedson, de Ipiau e o Mach Five de
Valença
Nunca mais Litinho e seu Conjunto
Nunca mais o Grande Cantante
Mexicano, Ramon Cardiale
Nunca mais as sessões
cinematográficas nos Cines, Ana, Glória Éden e Teatro Hage
Nunca mais a troca de gibis na porta
do cinema
Nunca mais as pinturas da igreja, de
Junot Mattos
Nunca mais as solenidades no Cine
Éden
Nunca mais os passeios noturnos nos
jardins centrais
Nunca mais o comércio pungente do Rio
Branco, e a roda gigante do parque infantil do jardim
Nunca mais as tardes de bola na
Desportiva e o Torneio Caixeiral
Nunca mais os sorrisos faceiros das
meninas de Biô, Madalena, Iva e Escurinha
Nunca mais a Luz Negra, da Boate
Cinderela
Nunca mais o apito dos trens, suaves
na chegada e tristes nas partidas, na antiga estação
Nunca mais as angustia nos
desligamentos das luzes geradas pela Usina Manoel Novaes
Nunca mais os atendimentos
humanitários dos Doutores Diógenes, Montival, Sólon Magalhães e Libório
Nunca mais o café de Severinho,
Afonso e Zé Alemão e o mingau de Adélia
Nunca mais a cerveja gelada no Bar de
Chico Bucetão, Pau de Macuco e da Toca do Gatão
Nunca mais a Barraca de zinco de Dedê
Nunca mais o Bim Ban Bu Bar, do
Miguel Pescocinho
Nunca mais o Armazém Santa Maria de
seo Agapê , Pedro Surdo, Pedro Gonçalves, e as cocadas de dona Anita Pinillos
Nunca mais Maria Homem
Nunca mais a Velha debaixo da cama
Nunca mais as peraltices, disputas de
peladas, bandeirinha, três Maria e pular macaco nas ruas
Nunca mais os parquinhos do Rio
Branco e os barquinhos dos irmãos Leite
Nunca mais os peitorais das tropas
que carregavam cacau
Nunca mais as sessões espíritas de Zé
Onides e Bolívar
Nunca mais as disputas entre as
Bandas Marciais da Escola de Comércio e o Ginásio 7 de Setembro
Nunca mais as Micaretas, Quermesses e
Terno de Rei
Nunca mais a cadência e os repiques
das Escolas de Sambas Unidos da California, de Zelito, Unidos do Centro, de
Litinho e Filhos da Califórnia, de Rogério Pinto e Cláudio Luz
Nunca mais as meninas do Bloco de
Rosival
Nunca mais o som dos atabaques dos
Afoxés
Nunca mais a harmonia da Filarmônica
1º de Janeiro
Nunca mais Os Amigos do Generá e
Mixto Quente
Nunca mais os Blocos de Amarilio e de
Zequinha de Abdala
Nunca mais Dona Jujú da Legião, João
Adry da Farmácia, Edvaldo Cunha do Centro Espírita
Nunca mais as serestas de Zé Pinga
Nunca Mais os cortes de cabelos dos
barbeiros, Aniceto, Ruy, João Barbeiro, Besouro Casacudo, Vadinho, Zé Rolinha e
Egron
Nunca mais o corte de roupas de
Clodoil, Deusdeth e Zenaidio
Nunca mais as Alfaiatarias Silmara e
Estrela, de Zé Rosa
Nunca mais Cordão de Ouro, Leonel,
Mendengue, Jupará, Cascade Bala, João Vovô, João Andorinha, o cego Furtunato,
Maria “Arcanja” Angélica, Tumida, Alebara, Besouro Casacudo,Tanta carne cadê
dente e Sobe e não desce
Nunca mais João Brotinho, Baronesa e
Zéis
Nunca mais Bulachinha, Cuzcuz e Arroz
Nunca mais o aguadeiro Alexandre
Nunca mais Galo Cego e Pipia Cega
Nunca mais João Ourives
Nunca mais Seo Augusto “Savu”, dona
Maria, Emerson e Zé de Milu, no convento
Nunca mais as Divinas Mestras
Julieta, Judite, Lucinha, Didia Sá, Maria Ângela Bezerra, Dulce Belo, Clemene
Vinhas e Paixão
Nunca mais os mestres Manoel Izidoro,
Raymundo Lins, João Clímaco, Aristharco Weylly Filho, Wanderley Campos e João
Agnaldo
Nunca mais as fobicas de Magalhães
Nunca mais as marinetes da Sulba
Nunca mais Quadrinhos e Enock da
agência da Sulba
Nunca mais o Posto Texaco e as bombas
de gasolina de Zé Alemão e Albertone Pinto
Nunca mais as missas das crianças e
dos jovens e os Sacristãos do Grupo São Tarcisio
Nunca mais o Grupo de Jovens JEPEM
Nunca mais a Biblioteca do Convento e
as imagens
Nunca mais a Escolinha Cinderela, de
professora Lenida, e as particulares das professoras Julieta Fonseca, Judite e
Lucia Pinilos
Nunca mais Leila Abjaude, Adauta
Alvina do Sesp e Albertino da Sucam
Nunca mais os versos de Andorinha
Nunca mais os times do Bahia, Santa
Cruz, Atlas, Flamengo e Grêmio
Nuca mais o Cabaré de Flávio e de
dona Lúcia
Nunca mais o Bar Bico de Ferro e O
Inferno Vermelho
Nunca mais a Roupa Velha de Manhoso e
Baixota
Nunca mais O Jangadeiro, o Brazeiro,
a Chusrracaria Rancho Z e a Cabana do Lago
Nunca mais os quibes de dona Maria
Pedro Hagge
Nunca mais os sinuques de Elifio e de
Fidelis
Nunca mais os roletes de seo Henrique
Nunca mais os abarás e acaraje das
Baianas Tapuya, Santaninha e Margarida
Nunca mais o côco verde e o peixe
salgado, de seo Martins
Nunca mais os contos de Vicente Pires
Nunca mais as poesias de Helio Nunes
da Silva e Souza Lopes
Nunca mais os repentes de Mario Peito
de Pombo
Nunca mais os afagos de Memu Pão
Nunca mais as hortas do Nego Leonel
Nunca mais os consertos de sapatos de
Nito e Zezito sapateiro
Nunca mais os babas, no Barro
vermelho
Nunca mais os banhos no Cajú e na
Piscina dos Artistas
Nunca mais as cervejas nevadas do Bar
de Fernandinho Curió
Nunca mais as maquiagens de Rita
Pavone
Nunca mais as bicicletas de aluguel
de Zequinha Bode
Nunca mais as sapatarias de Zé Campos
e Neca Sapateiro
Nunca mais a Guarda Noturna com os
silvos dos apitos noturnos
Nunca mais os abates no matadouro
municipal
Nunca mais o violão de João de
Amâncio e a paciência de Zé Cruz
Nunca mais as cachaças de Ermiro,
Joaquim da Moringa e o Bar de Ranieri
Nunca a mais o Lactário Santa
Eufrozina
Nunca mais A Guanabara, de dona
Noêmia
Nunca mais os apupos dos delegados
Brás Lopes, Mariniello e Albertone Pinto
Nunca mais os mercadinhos pegpag de
Jalsen Lisboa e Bonsuete
Nunca mais as lojas de moveis de
Osmundo e Benedito Santos
Nunca mais as Lojas de Waldeck e A
Carioca, de Tonho de Brandão, A Boneca, de Jorge JoséHage
Nunca mais as lojas de tintas e
ferragens de Antonio Gonçalves, Marujo, Pedro Gonçalves e Lafaiete
Nunca mais os armazéns da Cia. Wildberg,
Cooperativa, Brandão Filho, Manoel Joaquim de Carvalho, Correa Ribeiro, Braz
Bartilot, Walmir Badaró e dos Irmãos Hage Comércio e Exportação
Nunca mais as cooperativas de
créditos populares
Nunca mais o Saps e a Cobal
Nunca mais o oficio dos dentistas
Genebaldo e Dr. Lourdes Pinilos e dos práticos “O pestinha Enock” e Dantinhas
Nunca mais as mercearias de Durval
Mainat, Dantinhas e Josué Capenga
Nunca mais a jabá de João da Pá e de
Pedro Bitelo
Nunca mais o peixe “Minhagaia” de
Albertino
Nunca mais as músicas sacras do
Harmone, tocado por dona Didia Sá na igreja Matriz
Nunca mais os tabeliães João e
Rosalvo Deway, Wilson Moura, Gelson Vinhas oficiala dona Dedé Affonso e os
oficiais de justiça Adelson Careca, Mario Peito de Pombo e Carrinho
Nunca mais os grêmios estudantis
Afrânio Peixoto (Ginásio) e Ernesto Carneiro Ribeiro (Escola de Comércio)
Nunca mais a Associação Pais e Mestre
do Colégio Diógenes Vinhaes
Nunca mais os Juízes de Paz Joaquim
Bonfim, Marujo e Lafaiete Souza
Nunca mais os ensacadores Curió,
Papagaio e Veveio
Nunca mais os toques das campanhias,
na elevação sacramental
Nunca mais os pintores Elias Fonfon,
Cenor, Bolinho Lelinho e Zé da Porca
Nunca mais os cartazes anunciando os
filmes, pintados por Porfirio e Elias Fonfon
Nunca mais os encanadores Tota, Josa
e Jabinho e as bicas de Zé Leite
Nunca mais os pães e biscoitos das
Padarias Aurora, dos Benevides, Pinilos e Triunfo
Nunca mais Jonas e Hilário, coveiros
Nunca mais João Brotinho
Nunca mais os pulinhos de Santana, da
padaria do Rio Branco
Nunca mais o jornal mimeografado BI,
de Osman Freitas
Nunca mais O Paladino de Clodoaldo
Cardoso, o Imparcial, Tribuna do Almada, O Renovador, O Imparcial, Correio
Itajuipense e Folhas dos Lagos
Nunca mais as poesias de Helio Nunes
da Silva
Nunca mais os versos de Andorinha
Nunca mais os discursos de Dr.
Diógenes, Francolino Neto e João Deway Guimarães
Nunca mais os fretes de caminhões de
Zé Flório, Luis Guerra, Jorge do L, Miralvo, Cenildes, Chico Grosso, Manequinha
e Lafaiete
Nunca mais as ferragens de Zé Galdino
Nunca mais as visitas de Marcos
Santarita
Nunca mais as pensões de Aninha,
Mirabela, Nenzinha, dona Laura, Izaura, José Abjaude e dona Júlia, no Rio
Branco
Nunca mais as doses homéricas de
“India” no bar de Tilú
Nunca mais a arte teatral do Grupo
Gorja
Nunca mais o Armazém e o Armarinho
Sem Nome de seo Aziz Midlej, seo Adno e Edna
Nunca mais a discoteca Barbarella
Nunca mais os presépios de Junot e
dona Ana
Nunca mais a oficina e sinais de TV
de Zé do Rádio
Nunca mais a carne do sol de
Adalberto e as lingüiças de Quincas do Porco
Nunca mais as oficinas mecânicas de
seo Belisário e Mestre Augusto
Nunca mais os sindicalistas Jose
Silva, Virgilio Torquato, Amarilio, Durval Rodrigues, do Paty Verde e Joaquim
Cunha
Nunca mais os engraxates Isaac e
Percilio
Nunca mais o peido que matou a Acácia
do jardim
Nunca mais os administradores rurais
Silvano Sobral, seo Calazans, Jesse de Oliveira, Manoel Militão Moura e Durval
do Paty Verde
Nunca mais a auto-escola de Ariston
Kruschewsky
Nunca mais os charutinho e quibes de
dona Glorinha
Nunca mais as professoras de
datilografia dona Celcina, Marinalva, Ozenita
E Lindaura Cardoso
Nunca mais a Pensão Mirabela
Nunca mais os taxistas Pedrinho,
Crispin Sales, Mansur, Mahariz, Antônio Chiranha Américo Hage e Nativo
Nunca mais os guardas municipais
Abdias, Temístocles, Josué, Zé Calango Boanerges e Zé Paixão
Nunca mais a lei e o capa bode, de
Panchirra
Nunca mais os irmãos Alcino, Izarias,
Gumercindo e Lindolfo Nascimento
Nunca mais Doutorzinho
Nunca mais Silvinha Fernandes
Nunca mais Frei Henrique, Raul,
Hermano, Bento e Zé Maria