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sexta-feira, 25 de abril de 2025

Enem 2025: prazo para solicitar isenção da taxa termina nesta sexta

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Enem 2025: prazo para solicitar isenção da taxa termina nesta sexta


Agência Brasil  - Esta sexta-feira, 25, é o último dia para solicitar a isenção da taxa de inscrição do Enem 2025, exame que é a porta de entrada para o ensino superior.

A gratuidade é garantida a estudantes matriculados na rede pública este ano, a quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada — desde que tenha renda familiar per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo — ainda que tenha sido concluído há alguns anos.

Pessoas inscritas no CadÚnico e beneficiários do programa Pé-de-Meia também têm direito à isenção. A solicitação deve ser feita por meio da Página do Participante, com login único do Gov.br.


Segundo Ítalo Paim, coordenador de Ensino Médio da Secretaria da Educação da Bahia: “A isenção da taxa é uma política fundamental para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar o ensino superior. Ela não apenas viabiliza a participação no Enem, mas também garante a realização dos sonhos que essa juventude teve durante o desenvolvimento do ensino médio. Na época que nós tínhamos os vestibulares, por exemplo, muitos estudantes das redes públicas, quando não conseguiam a isenção, não tinham acesso a esse meio".

A expectativa é repetir a taxa de 100% de isenção alcançada pelos estudantes da rede estadual em 2024. “Estamos com uma agenda de mobilização. Cada escola tem um responsável para apoiar os alunos na solicitação da isenção e na justificativa de ausência, caso não tenham comparecido à prova no ano anterior”, explica Ítalo Paim.

O resultado das solicitações será divulgado em 12 de maio, quem tiver o pedido negado poderá recorrer até o dia 16 de maio. O resultado final dos recursos sairá em 22 de maio.

Para solicitar a isenção, é preciso apresentar: documento de identidade do estudante e de membros da família; histórico escolar ou declaração da escola sobre a conclusão do ensino médio em escola pública ou como bolsista em escola particular; comprovantes de renda (holerites, declarações, extratos bancários, etc.); comprovante de residência; número do NIS (para inscritos no CadÚnico) e comprovantes de benefícios concedidos por programas sociais, como o Bolsa Família.

Para reforçar a preparação de estudantes e concluintes do ensino médio da Região Metropolitana de Salvador, a segunda edição do Projeto Super Enem ocorrerá com sete encontros presenciais gratuitos em Catu e Candeias. A iniciativa é promovida pela Brava Energia, em parceria com a Junior Achievement Bahia (JA Bahia), dentro do programa de relacionamento comunitário Interagir.

Os aulões acontecerão no CEEP Pedro Ribeiro Pessoa, em Catu, e no Colégio da Polícia Militar Francisco Pedro de Oliveira, em Candeias, entre agosto e outubro. O projeto inclui ainda assessoria para a solicitação de isenção da taxa do Enem, orientações sobre o SISU, PROUNI e FIES, além de suporte contínuo até a escolha da carreira.

 “O nosso objetivo é oferecer um ambiente de apoio e aprendizado que prepare os estudantes não só para a prova, mas também para os desafios após o Enem”, destaca Pablo Charles Rodrigues, analista de projetos da JA Bahia. Segundo ele, em 2024, cerca de 185 estudantes participaram do projeto e muitos foram aprovados em instituições como UFBA, UNEB e IF Baiano.

O calendários de aulões está distribuído da seguinte forma: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (05/08); Ciências da Natureza e suas Tecnologias (19/08); Ciências Humanas e suas Tecnologias (09/09); Matemática e suas Tecnologias (23/09); Direitos Humanos, Cidadania e Democracia (07/10); Redação (21/10) e Revisão (28/10).

As aulas contarão com metodologias ativas, simulados, oficinas e acessibilidade garantida, com intérpretes de Libras para estudantes com deficiência. Os participantes recebem kits com caderno, caneta, squeeze, camisa e lanche em todos os encontros. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas online pelo link: https://forms.gle/1yzta4rhhYQdXqyH9

A analogia grotesca do senador Ângelo Coronel


Coronel entre petistas de origens distintas. Fotos: internet/reprodução.

Senador comparou gulodice política com hegemonia étnica-racial.

Em entrevista à rádio 95 FM de Jequié, nessa quarta-feira (23), o senador Ângelo Coronel (PSD-BA) fez uma das declarações mais infelizes da política baiana recente.

Ao criticar a tentativa do PT de ocupar as três principais vagas na chapa das eleições majoritárias, em 2026, Coronel comparou o projeto político do PT ao “nazismo”, mencionando a ideia eugenista de “raça pura” usada por Adolf Hitler.

A analogia é historicamente incorreta e moralmente desastrosa.

O projeto nazista tinha como base a supremacia da chamada “raça ariana” e levou ao genocídio milhões de judeus, ciganos, negros, pessoas com deficiência e outros grupos.

Já o projeto político do PT na Bahia, por mais personalista ou hegemonista que se mostre, nada tem de étnico-racial.

A fala do senador ignora esse fato elementar. É ainda mais absurda quando se leva em conta que o senador Jaques Wagner, um dos nomes centrais do PT baiano, se reconhece como judeu, e que o governador Jerônimo Rodrigues se declara indígena.

É preciso frisar: discordâncias políticas são parte do jogo democrático, mas não devem ser expressas por meio de comparações grotescas com regimes totalitários que promoveram o extermínio em massa.

A crítica pode e deve ser feita, inclusive à possível tentativa do PT de concentrar o controle da chapa majoritária de 2026, o que soa como um gesto de gula política. Mas classificá-la como projeto de “raça pura” é mais do que erro — é desinformação perigosa.

A fala de Coronel foi reproduzida no site de o Correio. O jornalismo não pode servir apenas de eco para esse tipo de discurso. É necessário o contraditório, o contexto e, sobretudo, o compromisso com a verdade histórica.

Aposentados e pensionistas começam a receber antecipação do 13º


Pagamento da primeira parcela vai até 8 de maio

Cerca de 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta quinta-feira (24) a primeira parcela do décimo terceiro salário. Feito de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS), o pagamento vai até 8 de maio.

Com a previsão de injetar R$ 73,3 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. A segunda parcela vai de 26 de maio a 6 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo.

Desde a semana passada, a consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinssQuem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

 O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no início do mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Este será o sexto ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024, em abril e maio.

Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 28,68 milhões de pessoas, cerca de 70,5% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo por mês (R$ 1.518), enquanto 11,98 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.157,41. 

A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.

O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário.

STF ORDENA PRISÃO DO EX-PRESIDENTE FERNANDO COLLOR


Nesta quinta-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o ex-presidente Fernando Collor de Mello seja preso e comece a cumprir pena de 8 anos e 10 meses de prisão, resultado de condenação em um desdobramento da Operação Lava Jato.

O ministro rejeito recursos do ex-presidente e disse que a defesa os apresentou apenas com o objetivo de atrasar o início do cumprimento da pena. A decisão monocrática será submetida ao plenário virtual do STF, nesta sexta-feira (25), a partir das 11h. Até lá, o mandado de prisão segue em vigor.

Collor foi condenado pelo STF, em 2023, num dos processos da Lava Jato. Conforme a condenação, o ex-presidente e ex-senador, como antigo dirigente do PTB, foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da empresa. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2010 e 2014.

Persona do Dia


Carlinhos dos Correios/Itajuipe



Dia De

 




Coisas do Dia a Dia

A morte do Papa no fogo da política, com os bolsonaristas no ataque

 

Confira a coluna de Levi Vasconcelos/Jornal atarde.com.br

 

Política e religião sempre caminharam imbricados, e a própria Igreja Católica é o exemplo maior disso. Por aí, não seria a morte do Papa Francisco, que sempre marcou a sua trajetória pela defesa dos mais fracos e oprimidos, que seria diferente.

Assim é que Javier Milei, o presidente da Argentina e conterrâneo do Papa, também um arauto da extrema direita, disse simplesmente que ‘Ele (o Papa) é um enviado do diabo’. E Francisco dizia que na Argentina, a terra dele (referindo-se a Milei), ‘Invés de justiça social, spray de pimenta’.

Claro que o Papa falava para além dos altares. E também por aí o governo de Israel mandou condolências com a morte dele, e depois as retirou, algo nunca visto. Por quê? O Papa Francisco condenava o genocídio que o governo de Israel pratica contra o povo palestino em Gaza.

Bolsonaristas – Claro que alguns bolsonaristas pegaram a ponga. Mariana Lescano (Progressistas), vereadora em Porto Alegre, disse que a morte do Papa era uma ‘limpeza espiritual’.

Já o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), publicou nas redes o rosto do ministro Alexandre de Moraes, do STF, o inimigo número um dos bolsonaristas, no Vaticano como se fosse Papa. Ambos foram criticados pelos próprios bolsonaristas.

Mas, a julgar pelos exemplos deixados por Francisco, estão todos perdoados. Em 2021 o ex-deputado estadual paulista Fred D’Ávila o chamou, e Dom Orlando Brandes, Bispo de Aparecida, de ‘safados e vagabundos’. Francisco o perdoou.

Pensamento do Dia

 


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Priskas Eras


Publicação simultânea: 
correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”.

quarta-feira, 23 de abril de 2025

Representantes da NEOENERGIA participam de audiência pública em Itajuípe

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Itajuípe: Jó Marabá reivindica aumento de rondas e do contingente da Guarda Municipal em conjunto com a Policia Militar


O vereador Jó Marabá apresentará na sessão ordinária que será realizada nesta quinta-feira, Pedidos de Providência de nºs. 074 e 080, que reivindica que o Executivo Municipal se empenhe junto a Guarda Municipal e a Policia Militar para aumentar as rondas preventivas nas escolas da rede municipal.

Para Jó Marabá o aumento das rondas policiais nas redes escolar visa a prevenir atos de violências que serão inibidos com a presença dos policiais.

Outro pedido do vereador solicita que o município viabilize o aumento do contingente da Guarda Municipal para melhor atuação nas mediações de conflitos locais e na proteção da população e da proteção dos bens e serviços nas instalações municipais, estendendo-se para ações preventivas e educativas em segurança, principalmente o acompanhamento da rede municipal.

 

 

Representantes da NEOENERGIA participam de audiência pública em Itajuípe



NIS FINAL 5: pagamentos do Bolsa Família e Auxílio Gás começam nesta quarta-feira (23)



A CAIXA inicia nesta quarta-feira (23), o pagamento do Bolsa Família e Auxílio Gás referentes ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 5.

Concurso da Polícia Federal terá 1 mil vagas e pagará até R$ 28,8 mil

A seleção será composta por duas grandes etapas, entre provas objetivas e avaliações físicas


Anunciado para acontecer este ano, o concurso da Polícia Federal (PF) o edital foi divulgado no último dia 20 de maio. Serão oferecidas 1.000 vagas imediatas para cinco cargos da área policial e salários que chegam a até R$ 28.831,70.

Cebraspe deve ser a banca escolhida pela elaboração do concurso, já que é conhecida por seus concursos de segurança pública. A previsão para a assinatura do contrato com a empresa é no dia 5 de maio e a aplicação das provas está prevista para julho.

Detalhes

Serão oferecidas 630 vagas para agente, 160 vagas para escrivão, 120 para delegado, 21 papiloscopista e 69 para perito criminal (13 especialidades). Dentre as etapas do concurso, será exigido provas objetivas e discursivas; teste físico; avaliações médicas; psicológicas e sociais; prova oral (no caso de delegado) e Curso de Formação Profissional.

Correios divulgou nesta segunda-feira, 14, o resultado final do concurso público, que ofereceu 3.511 vagas imediatas, com salários que pagam até R$ 6.872,48. A partir de agora, se iniciam as convocações e contratações dos candidatos aprovados.

A lista dos aprovados, elaborada com base nos resultados das provas e dos procedimentos de verificação (para negros, indígenas e pessoas com deficiência), está disponível no site dos Correios e do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), a banca responsável pela organização do processo seletivo.

Para conferir a relação, o candidato deve informar o cargo, a localidade e a categoria a qual concorreu: ampla concorrência, negros/indígenas ou pessoas com deficiência (PcD).

Com a homologação, passa a valer o prazo de validade do concurso, que será de um ano, podendo ser prorrogado pelo mesmo período seguindo os critérios da empresa. Ou seja: a seleção ficará válida até abril de 2026.

Aplicado em dezembro de 2024, o certame foi a maior seleção da estatal dos últimos 13 anos. Foram 3.099 vagas para o cargo de carteiro (agente de Correios), com salário inicial de R$ 2.429,26, e 412 para analista de Correios, de nível superior, cuja remuneração inicial é de R$ 6.872,48.

Persona do Dia

 

Francisco aproximou a Igreja do mundo — não para profaná-la, mas para purificá-la com o pó dos caminhos, com as dores humanas, com o riso dos simples. Ele tirou o Vaticano das alturas e o colocou entre as vielas, nos hospitais, nos abrigos, nas aldeias.

Dia De



Coisas do Dia a Dia

QUEM É VIVO, SEMPRE APARECE...

Depois de ser massacrado na política, na vida e sumir, o ex-prefeito de Ilhéus, Marão, resolveu dar as caras para mudar de partido, indo do PSD para o Avante. Ao Carrasco, pessedistas falaram do alívio de tirar um peso desse das costas: "Agora o problema é de outro. Que façam bom proveito".

Pensamento do Dia

 


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Priskas Eras


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segunda-feira, 21 de abril de 2025

 alhos & bugalhos

Papa Francisco, doze anos de novos dinamismos e portas abertas


O pontificado de Jorge Mario Bergoglio no trono de Pedro, entre viagens, reformas, documentos, reestruturações eclesiais, compromissos pela paz, pelos pobres e migrantes, no horizonte da inovação e da fraternidade

 


Salvatore Cernuzio – Vatican News - Papa Francisco foi o primeiro em muitas coisas. Primeiro Papa jesuíta, primeiro Papa originário da América Latina, primeiro a escolher o nome Francisco sem um numeral, primeiro a ser eleito com seu antecessor ainda vivo, primeiro a residir fora do Palácio Apostólico, primeiro a visitar terras nunca antes tocadas por um pontífice - do Iraque à Córsega -, primeiro a assinar uma Declaração de Fraternidade com uma das autoridades islâmicas mais importantes. Também foi o primeiro Papa a se equipar com um Conselho de Cardeais para governar a Igreja, a atribuir funções de responsabilidade a mulheres e leigos na Cúria, a lançar um Sínodo que envolvia diretamente o povo de Deus, a abolir o segredo pontifício para casos de abuso sexual e a remover a pena de morte do Catecismo. O primeiro também, a liderar a Igreja enquanto no mundo não há “a” guerra, mas muitas guerras, pequenas e grandes, travadas “em pedaços” nos diferentes continentes. Uma guerra que “é sempre uma derrota”, como repetiu nos mais de 300 apelos, mesmo quando sua voz falhava, e que ocuparam todos os últimos pronunciamentos públicos desde o início da violência na Ucrânia e no Oriente Médio.


Processos

Mas Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio, provavelmente não gostaria que o conceito de “primeiro” fosse associado ao seu pontificado, projetado nesses 12 anos não para atingir metas ou conquistar primados, mas para iniciar “processos”. Processos em andamento, processos concluídos ou distantes, processos que provavelmente são irreversíveis até mesmo para quem o sucederá no trono de Pedro. Ações que geram “novos dinamismos” na sociedade e na Igreja - como está escrito na road map do pontificado, a Evangelii Gaudium - sempre no horizonte do encontro, da troca, da colegialidade.


Do fim do mundo

“E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo”, foram as primeiras palavras pronunciadas da Sacada Central da Basílica de São Pedro, no final da noite de 13 de março de 2013, para uma multidão que lotava a Praça São Pedro há um mês, sob os refletores após a renúncia de Bento XVI. Para aquela multidão, o recém-eleito Papa de 76 anos, escolhido por seus irmãos cardeais, originário “do fim do mundo”, pediu uma bênção. Com o povo, quis recitar uma Ave Maria, tropeçando em um italiano que até então não havia praticado assiduamente, dadas as raras visitas do pastor de Buenos Aires a Roma, pronto para fazer as malas imediatamente após o Conclave. E ao povo, no dia seguinte, ele quis prestar sua homenagem íntima, dirigindo-se à paróquia de Santa Ana no Vaticano e depois à Basílica de Santa Maria Maior, agradecendo à Salus Populi Romani, protetora de seu pontificado, a quem ele continuou a prestar homenagem em todos os momentos mais fortes. E exatamente nessa Basílica, Francisco expressou seu desejo de ser enterrado.

Pastor no meio do povo

A proximidade com o povo, um legado do ministério argentino, foi manifestada pelo Papa em todos os anos seguintes de várias maneiras: com visitas aos funcionários do Vaticano nos seus escritórios, com as Sextas-feiras da Misericórdia no Jubileu de 2016 em locais de marginalização e exclusão, com as celebrações da Quinta-feira Santa em prisões, asilos e centros de acolhida, com o longo tour em paróquias nos subúrbios romanos, com visitas e telefonemas surpresa. E manifestou essa proximidade em todas as viagens apostólicas, começando pela primeira ao Brasil em 2013, herdada de Bento XVI, da qual nos lembramos a imagem do papamóvel bloqueado no meio da multidão.


Primeiro Papa no Iraque

O Pontífice argentino completou quarenta e sete peregrinações internacionais, feitas com base em eventos, convites de autoridades, missões a serem realizadas ou algum “movimento” interno, como ele mesmo revelou no voo de volta do Iraque. Sim, exatamente o Iraque: três dias em março de 2021 entre Bagdá, Ur, Erbil, Mosul e Qaraqosh, terras e vilarejos com cicatrizes ainda evidentes da matriz terrorista, com sangue nas paredes e tendas de pessoas deslocadas ao longo das estradas, em meio à pandemia da Covid e preocupações gerais com a segurança. Uma viagem desaconselhada por muitos por causa da saúde e do risco de atentados; uma viagem desejada a todo custo. A “mais bela” viagem, como o próprio Francisco sempre confidenciou, o primeiro Papa a pisar na terra de Abraão, onde João Paulo II não conseguiu ir, e a conversar com o líder xiita Al-Sistani.


A Porta Santa em Bangui e a mais longa viagem ao Sudeste Asiático e à Oceania

Uma boa obstinação o levou ao Iraque, a mesma que em 2015 o levou a Bangui, a capital da República Centro-Africana ferida por uma guerra civil que, nos mesmos dias da visita, deixou mortos pelas ruas. No país africano, onde disse que queria ir mesmo ao custo de saltar “de paraquedas”, Francisco abriu a Porta Santa do Jubileu da Misericórdia em uma cerimônia comovente que também marca o recorde de um Ano Santo aberto não em Roma, mas em uma das regiões mais pobres do mundo. Também pode ser descrito como uma boa obstinação a que animou sua decisão de empreender a viagem mais longa do pontificado em setembro de 2024, aos 87 anos: Indonésia, Papua-Nova Guiné, Timor-Leste, Cingapura. Quinze dias, dois continentes, quatro fusos horários, 32.814 km percorridos de avião. Quatro universos diferentes, cada um representando os principais temas do Magistério: fraternidade e diálogo inter-religioso, periferias e emergência climática, reconciliação e fé, riqueza e desenvolvimento a serviço da pobreza.


De Lampedusa a Juba

Não se pode esquecer, repercorrendo as viagens apostólicas e as visitas pastorais, a primeira viagem fora de Roma, à pequena ilha de Lampedusa, cenário de grandes tragédias migratórias, com a coroa de flores lançada no “cemitério a céu aberto” do Mediterrâneo. A denúncia também se repetiu na dupla viagem a Lesbos (2016 e 2021) nos contêineres e tendas de refugiados e pessoas deslocadas.

Na história do pontificado, ficaram marcadas também a viagem à Terra Santa (2014); à Suécia, em Lund (2016) para as celebrações do 500º aniversário da Reforma Luterana; ao Canadá (2022) com o pedido de perdão às populações indígenas pelos abusos sofridos por representantes da Igreja Católica. E, em seguida, na República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul, em Juba (2023), esta última etapa compartilhada com o Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, e o Moderador da Assembleia Geral da Igreja da Escócia, Ian Greenshields, para sublinhar a vontade ecumênica de curar as feridas de um povo. As mesmas que ele implorou que fossem curadas aos líderes sul-sudaneses, reunidos em 2019 para dois dias de retiro na Casa Santa Marta, concluídos com o gesto perturbador de beijar seus pés.

Também, Cuba e Estados Unidos (2015), uma viagem para selar o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países. Um evento histórico para o qual Francisco passou meses, enviando cartas a Barack Obama e Raúl Castro, instando-os a “iniciar uma nova fase”. Foi o próprio Obama quem agradeceu publicamente ao Pontífice. Em Havana, houve também o encontro com o Patriarca Kirill e a assinatura de uma declaração conjunta para colocar em prática o “ecumenismo da caridade”, o compromisso dos cristãos para uma humanidade mais fraterna. Um compromisso que se tornou, anos depois, tragicamente atual e um tanto desconsiderado com a eclosão da guerra no coração da Europa.

A assinatura do Documento sobre a Fraternidade Humana em Abu Dhabi

Por último, mas não menos importante, entre as viagens, Abu Dhabi (2019) e o Documento sobre a Fraternidade Humana assinado em conjunto com o Grão Imame al-Tayeb, coroando o degelo com a universidade sunita de Al-Azhar que começou com um abraço na Casa Santa Marta e terminou com a assinatura de um texto que imediatamente se tornou a pedra angular do diálogo islâmico-cristão, também transposto para várias Constituições.


As encíclicas

As experiências, os diálogos e os gestos vividos nessas viagens fluíram para os documentos do pontificado. Quatro encíclicas: a primeira, Lumen Fidei, sobre o tema da fé, a quatro mãos com Bento XVI; depois, Laudato si', um grito para invocar uma “mudança de rumo” para a “casa comum”, em crise pelas mudanças climáticas e pela exploração excessiva, e para estimular ações para erradicar a miséria e para o acesso equitativo aos recursos do planeta. A terceira encíclica, a Fratelli Tutti, o eixo fundamental do Magistério, fruto do Documento de Abu Dhabi, profecia - antes da deflagração de novas guerras - da fraternidade como o único caminho para o futuro da humanidade. Por fim, a Dilexit Nos para repercorrer a tradição e a atualidade do pensamento “sobre o amor humano e divino do coração de Jesus” e lançar uma mensagem a um mundo que parece ter perdido seu coração.

O Sínodo para a Região Pan-Amazônica   (Vatican Media)

Exortações Apostólicas e Motu Proprio

São sete exortações apostólicas: desde a já mencionada Evangelii Gaudium até C'est la confiance, para o 150º aniversário do nascimento de Teresa do Menino Jesus. Entre elas, as exortações pós-sinodais - Amoris Laetitia (Sínodo sobre a família), Christus Vivit (Sínodo sobre os jovens), Querida Amazonia (Sínodo para a Região Pan-Amazônica) -, Gaudete et Exsultate sobre o chamado à santidade no mundo contemporâneo, Laudate Deum, uma sequência ideal da Laudato si' para completar seu apelo para reagir pela Mãe Terra antes de um “ponto de ruptura”.

Foram emitidos cerca de 60 Motu Proprio para reconfigurar as estruturas da Cúria Romana e do território da Diocese de Roma, para alterar o Direito Canônico e o sistema judiciário do Vaticano, para emitir regras e procedimentos mais rigorosos na luta contra os abusos. Esse é o caso do Vos estis lux mundi, um documento que incorporou resultados, indicações e recomendações do Summit sobre a Proteção dos Menores, realizado no Vaticano, em fevereiro de 2019. Uma cúpula que representou o auge do trabalho para combater a pedofilia do clero e os abusos não só sexuais; uma expressão da disposição da Igreja de agir com verdade e transparência em uma atitude penitencial. Com o Vos estis lux mundi, Francisco estabeleceu novos procedimentos para a denúncia de assédios e violências e introduziu o conceito de accountability, ou seja, garantir que bispos e superiores religiosos prestem conta de suas ações.

Os melhores votos à Cúria Romana em dezembro de 2024   (VATICAN MEDIA Divisione Foto)

Reforma da Cúria

Portanto, processos. Os processos de reformas foram uma constante no papado de Francisco, que não quis ignorar as recomendações dos cardeais nas congregações pré-conclave que pediam ao futuro novo Papa que reestruturasse a Cúria Romana e, em particular, as finanças do Vaticano, que durante anos estiveram no centro de escândalos. Logo após sua eleição, o Papa criou um Conselho de Cardeais, o C9 (que se tornou C6 e C8 ao longo dos anos, conforme os vários membros foram mudando), um pequeno “senado” para ajudá-lo a governar a Igreja universal e trabalhar na reforma da Cúria. Fusões de Dicastérios e outras mudanças de títulos e organogramas foram os sinais do work in progress; o passo final foi a Constituição Apostólica Praedicate evangelium: aguardada por anos, promulgada em 2022, sem aviso prévio ou preâmbulo, introduzindo novidades significativas. Entre elas, a instituição do novo Dicastério para a Evangelização, presidido diretamente pelo Pontífice, e o envolvimento dos leigos “em funções de governo e responsabilidade”. Nessa onda de mudanças, devem ser vistas as nomeações do primeiro prefeito leigo, Paolo Ruffini, para o Dicastério para a Comunicação, da primeira “prefeita” para o Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada, Irmã Simona Brambilla, e da primeira governadora da Cidade do Vaticano, Irmã Raffaella Petrini.

As Mulheres

As mulheres, outra vertente destes anos de Bergoglio no trono de Pedro, o Papa que, mais do que outros, confiou a figuras femininas papéis de responsabilidade, que criou duas comissões para o estudo das diaconisas, que nunca deixou de recordar o “gênio” feminino e a dimensão materna da Igreja (que “é mulher” porque “é a Igreja, não Igreja"). Além disso, colocou as mulheres lado a lado com cardeais e bispos nas mesas do último Sínodo sobre a Sinodalidade, irmãs, missionárias, professoras, especialistas, teólogas, às quais deu, pela primeira vez, o direito de voto.


“Todos, todos, todos”


Uma abertura, como tantas outras feitas por Francisco. Aberturas e não extirpações, nem saltos; para alguns muito rápidos, para outros cautelosos demais. De fato, também esses, processos. Como a concessão dos sacramentos aos divorciados recasados, na perspectiva da Eucaristia como “remédio” para os pecadores e não como “alimento para os perfeitos”; a acolhida às pessoas Lgbtq+ com o convite à proximidade pastoral, porque dentro da Igreja há espaço para “todos, todos, todos”; a obstinação em dialogar com representantes de outras denominações e religiões cristãs, após séculos de preconceitos e suspeitas, também em virtude do “ecumenismo do sangue”. Também, o olhar à China, com o Acordo Provisório para a Nomeação de Bispos, assinado em 2019 e renovado três vezes. Um sinal de diálogo, entre tropeços e retomadas, com um “povo nobre” que ele desejou visitar por todos esses anos. Um desejo que remonta às aspirações missionárias da juventude.


Missionariedade e sinodalidade

Missão, este também é um tema central. De fato, a “missionariedade”, é um convite recorrente em textos e homilias, assim como a “sinodalidade”, outro termo que ressoou tantas vezes nesses doze anos. O Papa dedicou nada menos que duas sessões do Sínodo (2023 e 2024) à “sinodalidade”, renovando a estrutura e o funcionamento da assembleia, percebendo a necessidade de começar o caminho sinodal “de baixo” e instituindo também dez grupos de estudo para aprofundar temas doutrinários, teológicos e pastorais após os trabalhos.

Com migrantes no campo de refugiados em Lesbos

Pobres e migrantes

Neste pontificado serão lembrados também os axiomas que encapsularam inteiras realidades eclesiais, políticas e sociais: “Cultura do descarte”, “globalização da indiferença”, “Igreja pobre para os pobres”, “Igreja em saída”, “pastores com cheiro de ovelhas”, “ética global da solidariedade”. Permanecerá a atenção aos pobres com a instituição, em 2017, de um Dia dedicado a eles, sempre caracterizado pelo almoço do Papa na Sala Paulo VI, lado a lado com pessoas em situação de rua e sem-teto. Permanecerá o ensinamento sobre os migrantes, declinado nos quatro verbos “acolher, proteger, promover e integrar”, como indicações programáticas para enfrentar “uma das maiores tragédias deste século”. Assim como permanecerá o convite para elaborar “compromissos honrosos” como soluções para os conflitos que estão dilacerando a Europa, o Oriente Médio e a África.


Compromisso em prol da paz

Conflitos, angústia dos últimos anos, denunciados em apelos ressonantes e cartas a núncios e povos vítimas de violências, aliviados por meio de videochamadas - sobretudo a diária para a paróquia de Gaza - ou missões de cardeais e o envio de produtos de primeira necessidade. “Não pensei que seria um Papa em tempo de guerra”, confidenciou no primeiro e único podcast com a mídia do Vaticano no décimo aniversário de sua eleição.

A paz foi o objetivo constante. Pela paz, o Papa Francisco pediu continuamente orações, convocando Dias de jejum e oração - pela Síria, Líbano, Afeganistão, Terra Santa - envolvendo os fiéis de todas as latitudes; consagrou a Rússia e a Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria em 2022; organizou momentos históricos, como o plantio de uma oliveira nos Jardins do Vaticano em 8 de junho de 2014 com os presidentes de Israel, Shimon Peres, e da Palestina, Mahmoud Abbas. Em prol da paz, o Papa fez gestos inusitados, como entrar em seu carro e ir, no dia seguinte ao lançamento da primeira bomba em Kiev, ao escritório do embaixador russo na Santa Sé, Alexander Avdeev, tentando iniciar contatos com o presidente Putin e assegurando-lhe sua disposição de mediar. Francisco repreendeu várias vezes os chefes de Estado e de governo, advertiu os senhores da guerra de que eles prestarão contas diante de Deus pelas lágrimas derramadas entre os povos, estigmatizou o florescente mercado de armas lançando uma proposta para usar os gastos com armas para criar um Fundo Mundial para erradicar a fome. Pediu a construção de pontes e não a construção de muros, e insistiu em colocar o bem comum acima das estratégias militares, sendo às vezes mal interpretado e criticado.


Inovações

Em todos esses anos não faltaram críticas contra o Papa argentino, que comentou escaladas e os ventos contrários com aquele humor que é o que “mais se aproxima da graça de Deus”. Francisco questionou e surpreendeu, talvez tenha feito alguém torcer o nariz pela quebra de tabus e a ruptura de protocolos e velhos costumes, ou pela remodelação do próprio papado com roupas diferentes, uma residência diferente, uma inusual gestualidade, um estilo pastoral original. Ou aparecendo em transmissões ao vivo pela Internet e em programas de TV, usando a conta X @Pontifex, em 9 idiomas, ou como um canal para transmitir mensagens de divulgação e imediatismo necessários.

Momentos difíceis e problemas de saúde

Nesses anos sempre densos, com raríssimos momentos de descanso (e o cancelamento das tradicionais férias papais em Castel Gandolfo), não faltaram momentos difíceis, em meio a processos judiciais - liderados pelo longo e complexo processo pela gestão dos fundos da Santa Sé -, o caso Vatileaks 2, escândalos de abusos e corrupção e a publicação de livros sem “nobreza e humanidade”. Também não faltaram problemas de saúde entre as operações no Hospital Gemelli em 2021 e 2023, a internação no mesmo hospital, novamente em 2023, as complicações respiratórias, e depois os resfriados, as gripes e as dores no joelho que o forçaram a usar a cadeira de rodas nos últimos três anos.

Dados estatísticos

Tantas dificuldades que nunca impediram uma intensa atividade ou sua presença em eventos. Várias estatísticas testemunham isso: mais de 500 audiências gerais, dez Consistórios para a criação de 163 novos cardeais que restituíram caráter de universalidade ao rosto da Igreja; mais de 900 canonizações (incluindo três predecessores: João XXIII, João Paulo II, Paulo VI); os “Anos Especiais”, entre os quais os da Vida Consagrada (2015-2016), São José (2020-2021) e a Família (2021-2022); quatro Jornadas Mundiais da Juventude: Rio de Janeiro, Cracóvia, Panamá, Lisboa. Dois Jubileus: o extraordinário sobre a Misericórdia em 2016 e o ordinário em 2025, atualmente em andamento, com o tema “Peregrinos da Esperança”.


Statio Orbis durante a pandemia da Covid

Jorge Mario Bergoglio foi um Papa que buscou a proximidade com o grande público também por meio de entrevistas, livros, prefácios, autobiografias. Um Papa do qual, talvez, mais do que as muitas palavras e escritos, será recordado com uma imagem: ele, sozinho, mancando, na chuva, no silêncio geral do lockdown e com o único som de fundo de uma ambulância, enquanto atravessa a Praça São Pedro no tempo suspenso da pandemia. Era a Statio Orbis de 27 de março de 2020, com o mundo fechado dentro de casa vendo em streaming um homem idoso que parecia carregar sobre os ombros todo o peso de uma tragédia que revirou cotidianidade e hábitos. A humanidade estava aflita, mas o Papa falou de esperança. E de fraternidade: “Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo todos chamados a remar juntos”.

Persona do Dia

 


Dia De

 


Coisas do Dia a Dia

 


Pensamento do Dia

 

"Eu não queria ser papa."

Foi assim que o papa Francisco respondeu em junho de 2013, logo após sua eleição no conclave, durante uma audiência com alunos de escolas jesuítas em Roma.

A pergunta foi feita por uma criança que queria saber o que o levou a se tornar o sucessor de Pedro.

Charge do Dia


Priskas Eras


Publicação simultânea: 
correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”.